paulina garcia

Gloria

Gloria. A protagonista que surpreendentemente celebra a solidão

Este é um daqueles filmes que nos abre o olho. Abre-nos o olho e o que mais tivermos cá dentro: chamem-lhe alma, chamem-lhe aura, chamem-lhe o que quiserem. A certeza é de que Gloria, fora do circuito comercial habitual dos filmes de Hollywood, chega ao fundo através da simplicidade. Porque, na verdade, são as obras de arte - com mais ou menos qualidade - repletas de simplicidade que chegam até à base do nosso sistema sentimental.