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Entrevista. Bruno Vieira Amaral: ‘A minha fonte de inspiração é estar atento’

Bruno Vieira Amaral, autor de três livros, despreza fontes de inspiração e afirma que a chave é prestar atenção ao que o rodeia, desperta, entusiasma ou atormenta. Nunca ignora as suas curiosidades – examina-as, disserta-as, constantemente aprendendo e ensinando. Afirma que é diferente e sabe que nunca vai conseguir agradar a todos. Divide-se entre a família e os amigos (a quem dedica os seus livros), o trabalho, os blogues que assina – ou para os quais contribui – e o engenho e imaginação que o compelem a escrever sempre mais.
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Autor do mês de novembro: “Morreste-me”

Há quem lhe chame “agonia literária”. Com uma capacidade de desbravar as emoções humanas e torna-las traduzíveis em palavras, José Luís Peixoto partilha, na sua obra Morreste-me, de forma despudorada, despida de preconceitos e de vergonha, o que é, para um filho, perder o pai. O luto, o vazio, e, em simultâneo, a necessidade (mesmo sem vontade) de continuar, de viver. Porque o mundo existe e não mudou, embora tudo esteja paradoxalmente diferente.
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A Bibliotecária de Auschwitz: a vida num virar de página

O enigmático título abre caminho a uma narração misteriosa, cujas páginas se enchem de dor e sofrimento, mas também de coragem e esperança de sobreviver para contar a história. A Bibliotecária de Aushcwitz é uma obra sobre o Holocausto, sobre um bloco particular onde a vida dita ‘normal’ parecia restabelecida e sobre uma mulherzinha que o jornalista espanhol António G. Iturbe descobriu e quis dar a conhecer ao mundo. E ainda bem que o fez. E ainda bem que o conseguiu de uma maneira tão especial.