Diana Chaves
Fotografia: Instagram/Diana Chaves

Diana Chaves: “Substituir alguém muito bom é sempre uma responsabilidade muito grande”

Diana Chaves é atualmente uma das apresentadoras mais populares da televisão portuguesa, ao comando de Casa Feliz, da SIC. Mais de um ano depois de se ter estreado no daytime, sublinha o desafio que foi ter assumido, com João Baião, o lugar que antes era de Cristina Ferreira.

A cronologia é: a saída da Cristina Ferreira e o telefonema do Daniel. Ligou-me na sexta à noite e, no domingo, eu já estava aqui, na SIC, para fazer o ‘Domingão’. Depois ficámos para segunda-feira. Não sabia o que esperar. Senti que tinha de ajudar a resolver aquela situação, assim como o João sentiu exatamente o mesmo. Pediram-nos para cá estar, porque o programa não podia parar. E viemos. Com todo o gosto e a fazer o melhor possível. Agora, sem qualquer tipo de expectativa. Claro que todos queríamos que corresse bem, mas todos sabíamos que era um improviso“, relembra à MAGG.

Diana Chaves sublinha que sentiu pressão sobretudo “por ainda não estar confortável com este registo” e clarifica que não foi por especificamente por assumir a posição de Cristina Ferreira. “Fosse assumir o lugar da Cristina Ferreira, do Goucha ou da Júlia era indiferente. A questão é que essas pessoas, que fazem ou já fizeram daytime, são realmente muito boas. E substituir seja quem for que é muito bom é sempre uma responsabilidade muito grande“, explicou à publicação digital.

A apresentadora, que foi também estrela de várias telenovelas do canal de Paço de Arcos, e a anfitriã de Casados à Primeira Vista, realça a diferença de Casa Feliz para os outros formatos. “Em todos os programas que apresentei antes, o ambiente era muito mais controlado. Geralmente, nós, apresentadores, já estamos por dentro dos temas. Aqui [no ‘Casa Feliz’], é sempre tudo novo. São três horas em direto. E no primeiro programa também foram três horas em direto. Portanto, as coisas são muitas vezes alteradas, é uma dinâmica muito própria e muito diferente. É tudo menos controlado, no fundo“, detalha.

Histórias dramáticas são desconforto inultrapassável

Espaços como o da Crónica Criminal, ou de testemunhos mais duros e dramáticos continuam a deixar a apresentadora desconfortável, explicou na mesma entrevista.

Ainda fico desconfortável, mas acho que ficarei sempre. Não são temas que gosto de tratar. São temas sensíveis e as pessoas estão muito vulneráveis. Mas às vezes é quase como se fosse uma espécie de catarse. As pessoas querem falar, faz-lhes bem conversar e, por vezes, sentem que estão a homenagear pessoas de que gostam“, explica Diana Chaves.

Ainda assim, para mim é difícil. Muitas vezes, quando são histórias de pais que perdem filhos, doenças e situação mais complicadas para mim é difícil. Claro que arranjamos mecanismos, mas nunca me será indiferente“, relembra.

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