Samuel Úria
(Fotografia: Inês Lacerda/Espalha-Factos)

Fotogaleria: Samuel Úria no Teatro Maria Matos

Em Lisboa, com o Teatro Maria Matoscheio” (versão 2021) à sua espera, Samuel Úria voltou aos palcos um ano depois do suposto – não fosse o seu novo álbum chamar-se Canções do Pós-Guerra.

E como depois da guerra costuma vir alguma paz, foi precisamente isso que se sentiu naquele espetáculo. Uma noite repleta de stand-up comedy, stand-up music, dança e um talento puro para cantar e encantar. Mesmo que apenas estivesse uma pessoa em palco, não faltaram “fontes” de música, desde acordeões indianos, harmónicas, iPods e ritmos improvisados com as palavras “Clã“ e “Manuela Azevedo”.

Tal como na música “É preciso que eu diminua”, em que o autor e compositor diz já não caber numa casa onde o espaço é todo seu, a plateia também parecia estar ansiosa por um momento de liberdade como aquele. Entre gargalhadas, palmas e funções como banda substituta, também só soube crescer ao longo da atuação. Filipe Vargas, Márcia e Inês Lopes Gonçalves são alguns dos nomes que fizeram questão de estar presentes neste regresso à cultura com Samuel Úria.

O Espalha-Factos teve o privilégio de assistir ao concerto e mostra-te aqui alguns momentos:

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