Prisão Domiciliária
Fotografia: SIC/Santa Rita Filmes

‘Prisão Domiciliária’. Nova série da OPTO retrata a corrupção na política

Prisão Domiciliária é a nova aposta da ficção da OPTO, produzida pela Santa Rita Filmes e realizada por Patrícia Sequeira. A série tem já confirmada uma temporada com dez episódios, e chega, exclusivamente, à plataforma de streaming da SIC no dia 16 de abril.

O enredo narra a vida de Álvaro Vieira Branco (Marco Delgado), um ex-ministro cujos rendimentos pessoais e familiares não justificavam o nível de vida, e que por isso, estava debaixo do olho da polícia. Certo dia, depois de uma denuncia anónima, o político é posto em prisão domiciliária no âmbito do caso Marinada, relacionado com a construção de marinas fluviais no interior do país.

Acusado de corrupção, tráfico de influências, participação económica em negócio, prevaricação e abuso de poder, Álvaro encontra-se agora fechado em casa, sob investigação e obrigado a arranjar novas maneiras de manter o seu estilo de vida. Contudo, o ex-ministro não é o único afetado pela acusação, a história envolve também o seu advogado, um antigo bombista das FP-25 e toda a sua família.

Para além de Marco Delgado, o elenco da série conta, entre outros, com a presença de Sandra Faleiro, Afonso Pimentel, Paula Magalhães, Diogo Amaral, Filipe Vargas, Maria João Falcão e Marta Gil. O argumento de Prisão Domiciliária é assinado por Tiago Pais, Rodrigo Nogueira, João Miguel Tavares e Catarina Moura.

“Por ser eu a escrever, por dar a cara pela série e por ter tido um papel de supervisão dos argumentos, vão fazer logo comparações com Sócrates, mas esta ideia até é anterior à sua detenção”, explica ao jornal Expresso João Miguel Tavares, um dos argumentistas da série, conhecido pelas suas opiniões sobre a Operação Marquês. Apesar disso, o também cronista e comentador no programa Governo Sombra esclarece que a ideia do projeto surgiu em 2014 com a ideia de Patrícia Sequeira fazer uma série sobre “um político corrupto preso em casa”, no entanto, a realizadora esteve envolvida noutros projetos nacionais, o que não lhe permitiu avançar mais cedo.

Prisão Domiciliária junta-se agora ao restante catálogo de sucesso da OPTO, que inclui O Clube, Esperança e A Generala.

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