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Operação Varsity Blues. O escândalo no acesso às Universidades nos EUA chega à Netflix

O documentário que cobre a Operação Varsity Blues, o esquema de acesso ao ensino superior nos Estados Unidos da América, chega à Netflix esta quarta-feira (17).

Operação Varsity Blues: O Escândalo no Acesso à Universidade nos EUA retrata o esquema ilegal protagonizado por Rick Singer, um empresário no negócio de consultoria de admissão ao ensino superior.

O acesso às universidades nos EUA não é semelhante ao de Portugal. É um momento de muita pressão, pois não basta ter uma nota suficiente para ingressar no ensino superior, como é necessário ter um ótimo currículo, atividades extracurriculares, voluntariado ou qualquer outro elemento que faça o aluno destacar-se dos demais. Há uma alta competitividade entre os candidatos e percentagens de entrada muito baixas. Um dos maiores exemplos é a Universidade de Stanford, que no outono de 2019 apenas aceitou 4% dos candidatos.

Tendo em conta este cenário, há empresas que se dedicam a ajudar os alunos a preparar a sua candidatura. É este o caso de Rick Singer. Desde 1992 que estava no negócio da consultoria, mas este caso remonta-nos a 2012, quando se mudou para a prestigiada comunidade de Newport Beach, no sul da Califórnia, criando a The Key Worlwide, uma suposta instituição de caridade.

Através da empresa, Singer canalizava subornos dos pais para as universidades. Mascarava as grandes doações como caridade, para que não pagassem impostos, mas, na verdade, estavam a subornar as universidades para facilitarem o acesso dos seus filhos às mesmas.

Assim, Operação Varsity Blues: O Escândalo no Acesso à Universidade nos EUA aborda este esquema de Rick Singer, descoberto em 2019, no qual várias celebridades estiveram envolvidas. Entre elas encontravam-se Felicity Huffman, estrela de Donas de Casa Desesperadas e Lori Loughlin, atriz da série Full House.

Para além de subornos diretos às universidades e seus funcionários, Rick Singer foi também acusado de subornar os reguladores dos SAT’s, os exames de acesso à universidade, para que adulterassem os resultados e de designar os candidatos como supostos recrutas das equipas desportivas universitárias, ainda que não tivessem capacidades para tal.

O documentário produzido por Chris Smith, também produtor executivo de Fyre e Tiger King na Netflix, promete explorar o escândalo que chocou o Estados Unidos e o mundo em 2019.

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