Carina Big Brother
Fotografia: Divulgação

Big Brother: “O regresso da Carina foi um falhanço, tal como este programa”

Os comentadores avaliam a desistência da concorrente nortenha da mesma forma: "se ela não estava capaz, não vinha"

Apenas 12 dias depois de ter tido a oportunidade de regressar à casa mais vigiada do país, Carina desistiu do jogo e acabou por prejudicar ainda mais a imagem fragilizada que tinha junto do público. Este é um dos temas do novo episódio do podcast De Olho no Big Brother que regressa com mais um episódio, com a análise de Paulo Barros e Rúben Vieira, e a moderação de Filipe Santiago Lopes.

Numa gala que mais pareceu “um diário”, onde pela primeira vez desde o regresso do Big Brother não houve uma expulsão, Carina foi o principal destaque da noite, ao baralhar as contas de participantes à produção. Para Paulo Barros, a atitude da candidata transborda “ingratidão”, uma vez que “teve o privilégio de sair, ter uma noção de jogo cá fora, e poder voltar”. “O regresso da Carina foi um falhanço, tal como este Big Brother”, rematou o editor do Espalha-Factos. Já Rúben Vieira, fã do podcast e comentador convidado, afirma que “se ela não estava capaz, não vinha, pois existem ex-concorrentes que davam tudo para ter esta segunda oportunidade”.

Ouve aqui o episódio desta semana:

No entanto, apesar de já não fazer parte do jogo, a empregada de mesa protagonizou dois dos momentos da gala: a discussão com Sandra e a clarificação do hipotético envolvimento com Carlos. E foi este último tema “a principal razão para a Carina sair”, explica Paulo Barros, já que “se existisse algum problema cá fora ela seria a primeira a saber”. Por outro lado, Rúben Vieira reitera que, apesar do pedido de desculpas aceite, “a Carina tem de aceitar que a Sandra nunca vai ter uma relação com ela”. O comentador garante que a portuense “piorou a sua imagem, pois além de ser mal educada e intempestiva, agora também é conotada como falsa e intriguista”.

Outro dos temas debatidos pelo painel, à semelhança da semana passada, foi a dinâmica de instabilidade dos casais. Esta gala “foi um bocado Love on Top porque só se falava de casais e foi um bocado Secret Story por causa destas falsas expulsões”, destaca Rúben Vieira. Depois da encenada expulsão de André, Paulo Barros acredita que o músico se “vai apegar mais à Zena porque, apesar de estar sempre a frisar que ela é uma jogadora, ele é muito mais jogador do que ela”. Uma opinião partilhada por Rúben Vieira, que relembra que a aproximação da namorada não vai “limpar o jogo sujo que o André fez com ela estas semanas todas, a tentar enterra-la para se evidenciar aos olhos do público”.

Relativamente à relação de Renato e Jéssica, esta última acaba por sair prejudicada, uma vez que ” não sabe o que quer”, afirma Paulo Barros, que contudo reforça que o envolvimento entre ambos começou por pressões “da Teresa Guilherme, da produção e dos colegas”. Ainda assim, apesar de sair beneficiado na casa por ser conotado “com o papel de vítima” na relação, Renato “é a última grande planta da casa, porque sem a Jéssica não existe no jogo”, conclui o comentador.

Como já é habitual, a gala do Big Brother – A Revolução conseguiu segurar a liderança das audiências, apesar de ter um registo em média mais baixo que o habitual. Com um pós emissão repleto de críticas nas redes sociais, pela falta de aviso atempado de uma emissão sem expulso, André e Jéssica continuam nomeados na próxima semana. Para Rúben Vieira, “isto é uma batalha dos casais, mas a Jéssica consegue jogar sozinha”, ao passo que o André não se destaca sem a Zena, o que justifica a certeza dos dois comentadores na sua expulsão.

O novo episódio do De Olho no Big Brother já está disponível nas plataformas SpotifyApple PodcastsAnchorBreakerGoogle Podcasts e RadioPublic.

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