Foto: divulgação

‘Bem Bom’. Filme sobre as Doce volta a ser adiado, desta vez para 2021

A produção não tem agora, por enquanto, data de estreia definida.

Bem Bom, filme biográfico sobre a girlband portuguesa Doce, voltou a ver o lançamento adiado, segundo fonte da distribuidora do filme, a Cinemundo. O filme, realizado por Patrícia Sequeira, encontra-se agora sem data de estreia definida, uma situação que já se tinha verificado durante o mês de setembro deste ano.

A produção, que conta com Carolina Carvalho, Bárbara Branco, Ana Marta Ferreira e Lia Carvalho nos papéis principais, estava prevista chegar às salas de cinema portuguesas no dia 26 de novembro. Este é já o segundo adiamento do filme, que estrearia originalmente a 25 de junho, mas foi entretanto adiado devido à Covid-19. Dado o clima de pandemia que se instalou em Portugal e no mundo, a primeira medida tomada pela Cinemundo, noticiada em exclusivo pelo Espalha-Factos, na altura, foi suspender indefinidamente o lançamento do filme. Só a 1 de julho, em comunicado de imprensa, é que a Cinemundo anunciou que o filme iria chegar aos cinemas portugueses a 26 de novembro.

Até à data de hoje (17), a Cinemundo não confirmou, oficialmente, a informação avançada pelo Jornal de Notícias, que dá conta da inexistência de uma nova data de lançamento, algures no próximo ano. Os motivos do adiamento explicam-se, alegadamente, pela fraca adesão do público às salas de cinema devido à situação pandémica atual. No passado mês de outubro registou-se uma quebra de 82% em relação ao mesmo mês em 2019. Em número de entradas nos cinemas isto traduz-se em menos 1,14 milhões de espectadores. Enquanto em agosto e setembro os números melhoravam após os meses de confinamento, outubro voltou a descer em espectadores e receita bruta.

“Elas são sexy, elas são ousadas, elas são fortes, elas são AS DOCE!”, é assim que o trailer do filme, lançado em setembro, descreve a girlband mais popular do país, um quarteto onde Carolina Carvalho encarnará o papel de Helena Coelho, Bárbara Branco será Fátima Padinha, Lia Carvalho dará vida a Teresa Miguel e, por fim, Laura Diogo será interpretada por Ana Marta Ferreira. O grupo, ativo durante a década de 80, foi responsável por temas icónicos como ‘Ok, Ko’, ‘Ali Babá’, ‘Quente, Quente, Quente’ ou ‘Amanhã de Manhã’.

O musical, com aproximadamente 100 minutos de duração, vai ser passado em 1979 e contará a história da formação das Doce, terminando com a sua vitória no Festival da Canção de 1982. A história terá também uma versão no pequeno ecrã, repartida em sete episódios, a serem transmitidos, em setembro de 2021, na RTP1.

Sobre as diferenças entre o filme e a série, Patrícia Sequeira explicou ao Observador: “No filme vamos ver a história de superação de uma banda de quatro mulheres, os altos e baixos, o preconceito, as difamações de que foram alvo, as grande vitórias e derrotas. Quanto à série, vai entrar na vida de cada uma das artistas, olhar as relações com os homens, a crueza da vida das artistas fora do palco. Foram quatro mulheres extraordinárias que ousaram desafiar o Portugal daquela altura”.

Santa Rita Filmes vai produzir o filme, contando ainda com o apoio da MEO, que ajudou a viabilizar o lançamento de filmes portugueses como Malapata e Snu, este último também realizado por Patrícia Sequeira, onde foi contada a história de amor de Snu Abecassis e Francisco Sá Carneiro. A realizadora confessou à SapoMag que sonhava com este projeto há três anos e que “não podia estar mais orgulhosa” das suas atrizes.

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