Eleições
Fotografia. EF via Netflix

Podcast. O que aprendemos com a ficção sobre as eleições americanas?

Fita Isoladora desta semana não deixa escapar as eleições presidenciais dos Estados Unidos. Neste episódio falamos de algumas das melhores séries e filmes que retratam o sistema político americano.

Ouve o mais recente episódio do Fita Isoladora:

O painel residente do podcast recebe Hélio Carvalho, jornalista estagiário do PÚBLICO que acompanhou a semana de eleições, para analisar a forma como a ficção política influencia como o mundo e o próprio povo americano encara o seu sistema democrático.

Na semana em que a luta pelo poder nos Estados Unidos aqueceu, com Trump a recusar admitir a derrota, uma renhida luta de Biden em alguns Estados e várias revelações que nos fazem pensar sobre o problema real da supressão de votos e da representatividade democrática, vamos reflete-se sobre o quanto as séries nos mostram sobre a chamada “maior democracia do mundo“.

House of Cards, VEEP ou The West Wing são algumas das séries abordadas neste episódio, numa análise que tenta perceber se as séries e os filmes conseguem dar a entender como efetivamente funciona o sistema norte-americano de eleição do Presidente.

As baixas audiências da RTP2 também em discussão

Fita Isoladora analisou ainda as fracas audiências da RTP2. O segundo canal continua a falhar em captar público para a sua programação. A RTP2 teve menos de 1% de share no total dos 31 dias de outubro. Significa que, em cada 100 espectadores, menos de 1 contactou com o canal público.

O valor coloca a estação, que é emitida em sinal aberto, atrás de canais como o Cartoon Network, o Disney Channel, a Fox Life, a RTP3, a Sport TV+ ou até o TVI Reality, entre outros. Coloca-se a questão: a RTP2 é demasiado culta e adulta para quem (não) a vê? Para nos ajudar a responder, recebemos Miguel Alexandre, redator do Espalha-Factos.

O Dia Internacional da Preguiça comemora-se este sábado (7) para relembrar a todos o quão importante é o descanso e o direito a deixar bater aquela preguiçazinha. Numa era que valoriza cada vez mais uma carga horária elevada e um dia a dia cada vez mais acelerado e frenético, o descanso e o nosso tempo livre tornam-se cada vez mais importantes. 

Ao não fazer nada também estamos a fazer alguma coisa por nós? Rita Mendes, diretora de recursos humanos do Espalha-Factos e Recruitment Lead na Nmbrs, junta-se ao painel residente do Fita Isoladora para explicar a importância da Preguiça.

Ouve os Minutos desta semana:

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