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Dia Mundial do Cinema: 12 filmes que bateram recordes de bilheteira

Cinema é acima de tudo, uma manifestação artística, porém não deixa de ser igualmente uma indústria milionária que todos os anos marca a nossa cultura. Os grandes estúdios estão sempre à procura do próximo grande blockbuster que lance uma saga lucrativa.

Em 2020, o mercado cinematográfico sofreu um queda brutal. Um alinhamento de grandes favoritos da bilheteira  foi adiado ou redistribuído pelas várias plataformas digitais que cresceram no confinamento.

No Dia Mundial do Cinema, propomos um olhar para uma altura mais agradável da indústria. O Espalha-Factos fala-te dos filmes que assinalaram recordes por terem feito (muitos) milhões na bilheteira.

Cinema

Qual é o filme que vai gerar as maiores receitas? Todos os anos temos um vencedor claro, mas para os ambiciosos há um prémio maior a conquistar. Trata-se dos maiores geradores de receita de sempre.

Até à data deste artigo, doze filmes conseguiram este recorde, reconhecido pelo Guinness. A obra racista O Nascimento de Uma Nação foi o primeiro recordista, em 1915, alcançando 4 milhões 432 mil e 246 euros de receita, aumentando para 12 milhões 785 mil e 325 euros num relançamento em 1940.

Foi nesse ano que o novo recordista foi lançado: E Tudo o Vento Levou conseguiu 27.275.360 euros, mais do dobro que o seu antecessor. Mais tarde, em 1963, o filme foi relançado e chegou à marca impressionante dos 57 milhões 107 mil e 785 euros.

Três anos depois, o musical Música no Coração bateu o recorde com 97 milhões 679 mil e 883 euros. Não se deixando ficar, E Tudo o Vento Levou voltou a bater o recorde com impressionantes 98 milhões 873 mil e 180 euros, em 1971.

Durou pouco tempo, isto porque no ano seguinte foi lançado O Padrinho que conseguiu 121.034.410 euros. Em 1976, novo recorde para o Jaws de Stephen Spielberg, ao alcançar 165 milhões 101 mil e 163,50 euros.

Estes números astronómicos ficaram ainda mais gigantescos com a entrada de Star Wars em cena, em 1978. A ópera espacial de George Lucas obteve 349 milhões 465 mil e 550 euros. Em 1982, o filme aumentou o recorde para 451 milhões 748 mil e 150 euros.

O icónico E.T. de Spielberg foi o próximo rei da bilheteira com 565 milhões 963 mil e 720 euros, em 1983 e mais tarde, dez anos depois, subiu para 597 milhões 500 mil e 855 euros. O realizador não se deixou ficar e tornou-se o único a ter três filmes recordistas de bilheteira, com Jurassic Park que arrecadou 779 milhões 641 mil e 547,88 euros.

Lê também: Dia Mundial do Cinema. As adaptações literárias mais surpreendentes

Depois de Spielberg veio o outro rei dos blockbustersJames Cameron e o seu Titanic de 1998 foram os primeiros a ultrapassar a marca dos mil milhões. Na conversão monetária, equivaleu a 1 571 milhões 061 mil e 816,79 euros.

A liderança aguentou até 2010, quando James Cameron se tornou o único realizador a bater o recorde consecutivamente com filmes distintos. O ambicioso Avatar duplicou a ambição e foi o primeira a chegar à marca dos dois mil milhões. No total, o filme fez 2 377 milhões 797 mil e 520,81 euros em receita.

E o recorde durou até ao ano passado, altura em que a Marvel decidiu atacar o recorde com Avengers: Endgame e teve sucesso. Por uma “ligeira” diferença, o épico de super-heróis estabeleceu o recorde atual em 2 384 milhões 719 mil e 299,73 euros.

Uma nota final que estes números não estão ajustados à inflação. Se o fizéssemos, seria ainda E Tudo o Vento Levou o rei da bilheteira, com uns estonteantes 3 158 milhões 827 mil e 630 euros.

Longe vão os dias em que o Cinema era entretenimento barato e de baixo nível. Hoje é uma indústria que move milhões e de elevado prestígio. Não sabemos ainda como é que o mercado vai recuperar depois da pandemia da Covid-19. Não obstante, os recordes são feitos para se quebrarem e, quem sabe, um dia teremos um filme que chegará a um número de bilheteira ainda mais impressionante.

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