Golpe de Sorte
Fotografia. SIC

Opinião. Manter a essência seria “Golpe de Sorte”

Golpe de Sorte está de volta às noites da SIC depois do sucesso das primeiras temporadas. Os portugueses estão pouco habituados a séries nacionais com tanta longevidade, mas a qualidade e a diferença fizeram deste um produto de sucesso.

A avaliar pelos resultados da estreia, o público continua a mostrar interesse em acompanhar a história de Maria do Céu (Maria João Abreu), a mulher humilde que ganhou o Euromilhões.

A estreia da quarta temporada mostrou uma evolução na vida dos personagens e a inclusão de outras. Grande parte das novas histórias estão relacionadas com a vida de jovens ligados a uma sucateira que esconde outro género de negócios. Esta escolha torna a série um tanto ao quanto mais “pesada” e foge por completo ao passado.

Não que não seja importante a novidade, mas o que prendeu os espetadores foram as peripécias da população da aldeia de Alvorinha e no primeiro episódio pouco ou nada se pôde assistir desse segmento. Há uma essência que se pode ter perdido e era essa essência que servia de motor a um público fiel.

Ainda assim, Golpe de Sorte manteve a qualidade a vários níveis e não deixa de ser louvável a aposta em conteúdos diferentes das habituais novelas, sobretudo num canal privado.

Informação TVI

A nova informação da TVI estreou no domingo (13) e colocou “toda a carne no assador“. Teve uma entrevista com Marcelo Rebelo de Sousa, outra com Cristina Ferreira, contou com a presença dos habituais comentadores e mostrou ainda as novas e as antigas caras dos vários jornais.

Foi uma boa emissão, que teve o seu expoente máximo num cenário de noticiários ótimo e um passo à frente relativamente ao passado. Parabéns!

 

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