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Bento Rodrigues abre ‘Primeiro Jornal’ com discurso emotivo

No bloco informativo deste domingo (31), Bento Rodrigues surpreendeu mais uma vez e apresentou ao público duas imagens que são o exemplo perfeito do paradoxo vivido atualmente.

“Começamos com estas duas imagens, o mais poderoso exemplo do paradoxo que vivemos. O mundo mais avançado de sempre e a barbárie. Uma nave a caminho do espaço e as ruas onde estão por cumprir a chave da civilização, que todos nascem e vivem iguais”.

“Um negro que morre às mãos da polícia a implorar ao carrasco ‘não consigo respirar’ e um país que rejubila com um histórico aos voos tripulados ao espaço, nove anos depois”, continuou.

“Uma nação negra que explode pelos direitos civis, mas que é agora raiva, destruição e pilhagem; e um prodígio da tecnologia que acaba com a dependência americana da Rússia, numa manobra limpa, automática, elserena. Já cá em baixo, mais um dia de pedra e bastão em dezenas de cidades, numa onde que ninguém sabe como e onde vai terminar. O que se sabe é que a revolta é cada vez maior”, concluiu, dando assim início ao Primeiro Jornal.

Recorde-se que, anteriormente, Bento Rodrigues comentou o episódio de racismo ao jogador Moussa Marega, dizendo que “já não era sobre um jogo de futebol nem sobre o resultado, esta atitude vai muito para lá do estádio, tem impacto nas ruas, nos bairros, nas vidas dos que sofrem insultos racistas todos os dias”.

No desempenho do seu papel como pivô do Primeiro Jornal, Bento tem escolhido dar voz aos temas que considera importantes, com discursos que têm emocionado os portugueses. O jornalista publicou também o vídeo deste momento na sua página de Instagram e recebeu dezenas de comentários por parte de espectadores, que elogiaram a sua atitude.

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O paradoxo

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