La Casa de Papel
Fotografia: Netflix/Divulgação

‘La Casa de Papel’. 10 factos sobre a série que ainda não sabes

La Casa de Papel, a famosa série da Netflix estreou recentemente a sua quarta temporada. Repleta de ação, mistério e romance, é uma das séries mais vistas em todo o mundo. Mas será que conheces todos os pormenores? O Espalha-Factos desvenda-te alguns segredos.

1. O nome atual não foi a primeira opção

Mesmo quem não viu a série, com certeza já ouviu falar nela. O fenómeno espalhou-se rapidamente por todo o lado, e série está em 1.º lugar no top das mais vistas em Portugal. Mas o nome La Casa de Papel não foi escolhido no imediato. Inicialmente, a série iria chamar-se ‘Los desahuciados’,que em português significa “Os Despejados”, referindo-se a todas as personagens.

2. Foram feitas mais de 50 versões para o primeiro episódio

Alvaro Morte em La Casa de Papel
Fotografia: Divulgação / Netflix

Se há um episódio importante e decisivo numa série, é o primeiro. A partir dele é criado o primeiro impacto e, por isso, tem de ser o mais perfeito possível. De forma a prender o espetador, o episódio piloto foi realizado mais de 50 vezes, alterando e acrescentando pequenos pormenores que no final fazem a diferença.

3. As notas são impressas em papel de jornal

O dinheiro é, sem dúvida, um dos pontos fulcrais da série que começa precisamente num assalto à Casa da Moeda. Assim, seria necessário reproduzir milhões de euros. Na impossibilidade de utilizar as máquinas reais para a “impressão” do dinheiro, por questões de segurança, tiveram que seguir outro caminho. A solução encontrada passou por usar as impressoras do jornal espanhol ABC, imprimindo as notas falsas em papel de jornal.

4. Tóquio foi o primeiro nome a ser escolhido

Tóquio de La Casa de Papel
Fotografia: La Casa de Papel: O Fenómeno / Netflix

Uma das particularidades da série é o facto de as personagens terem todas nomes de cidades, mantendo assim o anonimato. Curiosamente, o nome da protagonista surgiu naturalmente. O produtor Aléx Pina tinha vestida uma camisola com a palavra “Tóquio” e assim ficou decidido o nome da personagem de Úrsula Corberó. A partir desse momento, surgiram os restantes nomes, também inspirados em cidades.

5. Foram usados cubos de açúcar para simular um tiroteio

Numa série repleta de drama, que envolve um dos maiores assaltos na história, não poderiam deixar de existir momentos de ação intensa. Na primeira temporada, quando os assaltantes saem da Casa da Moeda, envolvem-se num tiroteio com a polícia. No momento em que vemos o vidro do carro a partir, na verdade são cubos de açúcar a simular os estilhaços.

6. A iconografia foi pensada ao pormenor

A série espanhola está carregada de símbolos. A começar pela cor vermelha usada nos macacões, o realizador, para além do estado de alerta, pretende transmitir nervosismo e paixão. Assim, a equipa de fotografia trabalha cores escuras e terciárias, de maneira a realçar o vermelho das personagens. Também a máscara representa a série, sendo mais um símbolo reproduzido na cultura popular por todo o mundo. E como não poderia deixar de ser, o hino‘Bella Ciao’ simboliza a resistência e ganhou uma nova vida 75 anos depois.

7. A Casa da Moeda é, na verdade…

O Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), que permitiu à produção realizar as gravações durante o fim-de-semana. Embora a Casa da Moeda seja retratada fielmente ao longo da série, nunca tiveram autorização para filmar dentro do local.

8. O corte de cabelo da Tóquio

Tóquio de La Casa de Papel foi inspirada em Mathilda de Leon, o Profissional
Mathilda, interpretada por Natalie Portman

A Tóquio é uma personagem característica, não só pela sua personalidade forte, mas também pelo seu aspeto físico. O corte de cabelo que tem na primeira temporada é inspirado na personagem Mathilda, interpretada por Natalie Portman emLéon, o Profissional, filme de 1994, realizado por Luc Besson.

9. O guião é escrito simultaneamente com a filmagem

Ninguém sabe o futuro da série. Apesar de ser um fator stressante para todos, a equipa decidiu escrever o guião o mais próximo possível das filmagens. Assim, é possível fazer todas as alterações necessárias no último minuto e tornar a série mais imprevisível.

10. Quando as coisas correm mal, improvisa-se

La Casa de Papel: O Fenómeno
Fotografia: La Casa de Papel: O Fenómeno / Netflix

Foram muitos os planos que obrigaram a recorrer ao improviso dadas as condições metereológicas ou outros fatores incontroláveis. Na quarta temporada, o cenário criado no interior do cofre do Banco de Espanha trouxe muitas adversidades à produção. As barras de ouro começaram a flutuar na água, uma vez que eram compostas por espuma. Depois de serem todas unidas e presas às prateleiras, começaram a encolher e a sua forma natural alterou-se. Assim, foram necessários muitos dias para manipular o resultado final, alterando uma a uma digitalmente.

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