Ricardo Araújo Pereira

Ricardo Araújo Pereira está a chegar e vem para a disputa dos domingos

Isto É Gozar Com Quem Trabalha, dizem. Logo veremos se assim será, no novo programa de Ricardo Araújo Pereira na SIC. A estreia do formato é a 1 de março, domingo. O mesmo dia em que a TVI alinha as suas principais apostas de entretenimento: Dança com as Estrelas e BB 2020, a estrear no fim desse mês.

Além da principal figura do humor da estação de Paço de Arcos, também fazem parte da equipa do programa os ex-Gato Fedorento José Diogo Quintela e Miguel Góis, acompanhados por Cláudio Almeida, Manuel Cardoso, Cátia Domingues, Guilherme Fonseca e Joana Marques.

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Isto é gozar com quem trabalha.

Uma publicação partilhada por Joana Marques (@joanamarquespic) a

Na promoção que já está no ar na antena do canal, dizem que “esta é uma daquelas promoções da SIC em que as pessoas andam de um lado para o outro e acabam as frases umas das outras“, garantindo depois um programa que “também vai ter dinamismo” e “altos e baixos“.

Eu não tenho nada interessante para dizer“, assume Cátia Domingues, algo que Araújo Pereira considera “o melhor resumo” do programa que a SIC vai estrear.

O humorista, que se transferiu da TVI em janeiro, já está no ar com o Governo Sombra desde o primeiro mês do ano, nas madrugadas de sexta para sábado. Na altura, a SIC frisou que esta contratação se enquadra na estratégia de “desenvolvimento criativo de conteúdos inovadores e capazes de chegar a diferentes públicos nas diversas plataformas disponíveis, desde o canal generalista, aos temáticos e à área digital“.

Ricardo Araújo Pereira ocupa um lugar de destaque no humor nacional e de expressão portuguesa além-fronteiras, tendo construído uma carreira que lhe trouxe elevados níveis de notoriedade, onde se destaca a sua capacidade de olhar de forma crítica para a sociedade e de traduzir essa visão em momentos de humor de antologia“, consideram.

Ricardo Araújo Pereira, cuja carreira na televisão arrancou no início dos anos 2000, saltou para a fama ao formar os Gato Fedorento em 2003, na SIC Radical. Assumiu depois espaços em nome próprio, na TVI e na Rádio Comercial, mas também em crónicas na Visão e na Folha de São Paulo. Teve ainda, no início do seu percurso, uma carreira fugaz no jornalismo, na TVI e no Jornal de Letras.

Mais Artigos
Capicua apela a que valorizemos a cultura
Opinião. Agora é a nossa vez de ajudar a Cultura