Cláudio Ramos participou esta segunda-feira (10), pela última vez, no programa Passadeira Vermelha, da SIC e SIC Caras. Falou na primeira pessoa acerca da transferência que marcou o dia no mercado televisivo nacional – a sua mudança para a TVI.

Admitiu ser “profundamente grato” pela oportunidade que teve nos últimos 13 meses, ao lado de Cristina Ferreira. “A Cristina foi a melhor coisa que me aconteceu, a brincar até disse uma vez que ela era o meu Euromilhões, porque ela conseguiu ir buscar também um Cláudio que eu não sabia que existia“, confessou em conversa com Liliana Campos.

No dia da despedida do canal onde trabalhou por 16 anos consecutivos, realçou a boa forma como a gestão da estação geriu a sua despedida e contou que Daniel Oliveira compreendeu a decisão que tomou. “O Daniel percebeu, desde a primeira hora que eu falei com ele, que eu fui com uma decisão que estava tomada, porque eu queria sonhar e fazer outras coisas. Ele entendeu perfeitamente, agradeceu, da mesma maneira que eu agradeço tudo o que aqui aconteceu“, confidenciou o apresentador.

É muito importante que o espectador perceba que a minha saída daqui se faz de uma forma altamente digna entre todas as partes. Não há zangas, não há bater de porta, não há discussões de dinheiros, que é uma coisa muito feia. Não há jogos de ping-pong, não há coisa nenhuma. Há uma decisão tomada e há um diretor que aceita e entende porque conhece o profissional que eu sou, porque é um homem da televisão“, explicou Cláudio Ramos.

Cristina Ferreira, que tinha o comentador social como ‘vizinho’ no programa da manhã, ainda não reagiu em público à saída do colega. É esperado que o faça no arranque da edição de terça-feira (11) do formato que conduz a partir das 10h15 na SIC.