Raquel Tavares faz parte do elenco de Golpe de Sorte
Facebook/Raquel Tavares

‘Golpe de Sorte’ tem novas caras no elenco

Golpe de Sorte, o trunfo de ouro da SIC, volta a dar cartas e tem agora dois novos reforços. A série da estação de Paços de Arcos vai contar com o ator Pedro Barroso e a cantora Raquel Tavares no elenco da nova temporada.

Depois de um período marcado por dificuldades na vida pessoal, Pedro Barroso regressa à representação. No Alta Definição o ator contou que esteve “próximo de desistir da vida. Há alturas em que estás cansado de errar, de falhar, que aquela parece a melhor opção. É um pensamento que vem devagarinho e sair dali é complicado”.  Valor da Vida, da TVI, foi o último projeto do ator.

Obrigado por este novo capítulo!!! @daniel__oliveira @sicoficial

Publicado por Pedro Barroso em Sábado, 25 de janeiro de 2020

Raquel Tavares vai também atuar ao lado de caras como Maria João Abreu e José Raposo. A fadista confidenciou, no início do ano, a Cristina Ferreira que iria abandonar a sua carreira na música. “O ritmo da vida artística é tão rápido que deixei de ter vida. Cheguei a uma fase em que estava doente”, afirmou no programa das manhãs.

Para além de Golpe de Sorte, a cantora vai fazer parte do elenco de Patrulha da Noite, na RTP1. A nova temporada da série de humor ainda não tem data de estreia. Eduardo Madeira, Manuel Marques e Gabriela Barros fazem parte do elenco. 

A entrada de novos rostos é um ponto positivo, “tanto para o interesse da história como para o grupo”, revelou uma fonte ligada à série à TV7 Dias.

As gravações para a nova fase de Golpe de Sorte arrancam já em fevereiro. A série tornou a SIC líder de audiências no horário nobre e foi um dos programas mais vistos do ano passado.

Lê também: CÉSAR MOURÃO FICA NA SIC ATÉ 2022

Zeen is a next generation WordPress theme. It’s powerful, beautifully designed and comes with everything you need to engage your visitors and increase conversions.

Mais Artigos
Maria Flor Pedroso (RTP) no Parlamento. Caso Sextas às 9.
Sexta às 9. ERC diz que não houve “pressões políticas” e recomenda clarificar “linha hierárquica” na RTP