A morte de António Variações, a 13 de junho de 1984, é um dos temas de fundo do próximo episódio de Conta-me Como Foi, que vai para o ar no próximo sábado (1 de fevereiro). Este falecimento é também o acordar português para uma nova doença e epidemia do fim do século: a SIDA.

Os parágrafos que se seguem podem ter algumas revelações sobre o enredo da sexta temporada.

De acordo com a sinopse enviada pela RTP, os jornais inicialmente dizem que o cantor morreu de pneumonia. (Rui Melo) faz comentários desagradáveis sobre a notícia e isso desagrada Luís (Marcello Urgeghe). Emídio (Tiago Delfino) está debilitado devido às drogas e confessa a Carlos (Luís Ganito) que tem tossido sangue.

Isabel (Rita Brutt) está frustrada porque as produtoras não a têm chamado para prestar provas para nenhum papel. Uma das produtoras liga, mas é Luz (Madalena Almeida) quem atende o telefone. Passa a chamada a Inácio (João Reis), que boicota o sonho de Isabel e diz à responsável que ela já aceitou outro trabalho. Isabel fica sem saber de nada e Luz censura o pai.

Este ano ficou também marcado pelo aparecimento da consola Spectrum, que despertou interesse generalizado. Na família Lopes, o responsável por levar a invenção até casa foi Bruno (Henrique Mello), que levou o aparelho para jogar com Susana (Beatriz Frazão). Embora estivesse de castigo, a avó Hermínia (Catarina Avelar) deixa o vizinho ligar a Spectrum para ver como funciona. Mas não é só avó que fica curiosa. Rapidamente António (Miguel Guilherme) se junta à filha e fica totalmente concentrado no jogo. 

O fenómeno das rádios piratas volta à série. Com a saída de Nuno (Manuel João Vieira) da rádio, Carlos tem a oportunidade de montar a sua própria estação. E é no parque de campismo que lança a emissora. Quando consegue ter a rádio a funcionar, percebe que está a chegar ao seu destino.

O sétimo episódio da sexta temporada de Conta-me Como Foi irá para o ar às 21h de sábado na RTP1. Os episódios ficam também disponíveis em streaming na RTP Play.