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Contactless. Certamente já ouviste este termo em inglês. O mais certo, inclusive, é associá-lo a cartões de pagamento. Se é nisso que estás a pensar, a tua memória é perfeita. Mais do que um simples conceito, a tecnologia contactless é sinónimo de uma revolução prodigiosa na relação entre consumidor e comerciante, porque além de simplificar o modo como consumidor paga um bem ou serviço, ajuda os comerciantes que a adoptem nos seus terminais de pagamento a reduzir custos e exponenciar ganhos.

A realidade dos pagamentos contactless

Longe vão os tempos em que carregávamos connosco intermináveis maços de notas sempre que pretendíamos fazer as típicas “compras para o mês” ou simplesmente pagar um serviço como água ou eletricidade. Os primeiros laivos de inovação fizeram-se sentir com o aparecimento dos cartões. Com eles, o numerário passou para segundo plano e a comodidade começou a ganhar espaço nos hábitos dos consumidores. Neste desenvolvimento encontrava-se a génese do que vem agora a surgir como a grande revolução nos meios de pagamento: o cartão contactless.

Olhado, numa primeira fase, com alguma desconfiança, a verdade é que a adoção deste método de pagamento tem crescido exponencialmente nos últimos anos. Em países como a Suécia, os pagamentos contactless já representam 70% do total das transações efetuadas, enquanto a média europeia se cifra nos 61%. Em Portugal, tal como em outros domínios, a transição é um pouco mais lenta, pelo apego emocional ao dinheiro e questões relativas ao seu funcionamento, mas a crescer de dia para dia.

Tecnologia contacless aplicada em outras áreas

Uma vez mais temos que olhar “lá para fora” para desconstruir estes anátemas. Mais seguros, são virtualmente à prova de roubo, ao contrário do dinheiro físico, mais rápidos e muito mais cómodos, as potencialidades da tecnologia contactless levaram a que, em Estocolmo, as notas e moedas fossem abolidas nos autocarros e a maior parte das atrações turísticas da cidade já só aceitem pagamentos digitais. Já na Dinamarca é expectável que os pagamentos em dinheiro sejam eliminados até 2030.

Apesar de baixa, a cada vez maior consciencialização do consumidor português para os benefícios desta tecnologia, fazem as previsões apontar para um crescimento acentuado da taxa de penetração do contactless ao longo dos próximos anos.

Tal como no conjunto enzima-substrato retirado à Biologia, os pagamentos contactless são uma “moeda” de dupla face. Todo o cartão contactless necessita de uma base tecnológica onde esteja integrado: os terminais de pagamento automático (TPA).

É nesta altura que entram em campo os comerciantes/fornecedores de serviços. Partes importantes e interessadas nesta equação, estes agentes ainda mostram alguma relutância na adopção deste tipo de tecnologia nos seus terminais de pagamento automático.

O desconhecimento das mais-valias do contactless no serviço ao cliente e na redução de custos, a par do preço da sua implementação são algumas das razões que ainda mantêm os comerciantes à margem desta evolução. Enquanto a primeira ideia se desconstrói com mais uma “viagem”, desta feita até Londres, cidade onde a introdução desta tecnologia no seu sistema de transportes permitiu uma redução de custos de 35% (sensivelmente 100 milhões de euros), o “obstáculo” preço é facilmente ultrapassado com uma análise das opções existentes no mercado português.

Redunicre: aliada ao futuro dos pagamentos contactless

Tome-se por exemplo a Redunicre. Esta marca especializada no mercado de pagamentos coloca ao dispor dos comerciantes portugueses uma solução de terminais de pagamento automático (fixos e móveis) com integração de tecnologia contactless a preços competitivos. Preparados para aceitar cartões dos principais sistemas de pagamento internacionais, estes tpa permitem ao agente económico, entre outras coisas, uma redução de custos com o manuseamento do dinheiro, transações médias mais elevadas e ainda lhe dão a garantia de que o pagamento se realmente se efetua.

Em termos de segurança, ponto sensível a toda a nossa reflexão, esta tecnologia contactless Redunicre segue todos os critérios de segurança dos sistemas de pagamento internacionais e atua sobre o standard EMV, vulgarmente designado por Chip & Pin. Por razões de segurança as transações contactless sem introdução de PIN estão limitadas ao valor de 20 euros, até um máximo acumulado definido pelo emissor do cartão. Uma vez atingido esse valor é solicitada a introdução do código PIN para validação da transação à semelhança, variando no valor limite, do que acontece um pouco por todo o mundo.

Para se perceber como todo o sistema é simples, à enzima (cliente) basta aproximar o cartão contactless do seu substrato (tpa) para que o processo de pagamento esteja concluído.

A comprovar a premência deste exemplo estão os últimos dados que nos dizem que, em Portugal, as compras com cartão têm sido consistentemente superiores ao crescimento da economia e três vezes superiores aos levantamentos.

Importante na migração de um sistema de pagamentos assente em numerário para uma vertente digital, o contactless não se fica, contudo pelos cartões. A eles já podemos, hoje em dia, somar smartphones e wearables (um smartwatch por exemplo), numa clara demonstração de que esta tecnologia veio para ficar e tenderá, num futuro próximo, a estender-se a novas áreas da sociedade a exemplo do que já sucede nos países nórdicos.