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30 anos de ‘Simpsons’: cinco momentos a não esquecer

The Simpsons estreou-se na televisão norte-americana há 30 anos. O Espalha-Factos celebra esta efeméride e apresenta cinco momentos inesquecíveis da série.

Foi no dia 17 de dezembro de 1989 que uma das sitcoms mais populares estreou nos Estados Unidos. Desde então, a família mais amarela da televisão permanece no ar e já vai na 31.ª temporada. Em termos históricos, é a mais duradoura série sitcom no panorama americano. São mais de 600 episódios que incluem histórias com Homer, Marge, Lisa, Bart e Maggie Simpson.

A série, concebida por Matt Groening, começou por ser incluída no programa The Tracey Ullman Show em 1987  sob forma de sketches. A família ganhou popularidade suficiente para que os estúdios da Fox concordassem que Groening, juntamente com o produtor James L. Brooks, desenvolvessem uma adaptação para série animada.

Dado o aniversário, o Espalha-Factos sublinha cinco momentos que marcaram a série animada e, por conseguinte, a cultura popular das últimas três décadas. Não incluímos o famoso “Spider Pig”, porque faz parte da longa metragem de 2007.

Piada do sofá (couch gag) criada por Banksy

A abertura da série é memorável em vários aspetos. Desde a animação no ecrã, a música e, por fim, o sentar no sofá da sala da família Simpson. Há sempre uma alteração ou outra que torna cada parte final única. Desde recriarem a capa do álbum dos Beatles, fingirem que estão num musical Broadway, mudarem o estilo de desenho ou serem engolidos pelo próprio sofá, os exemplos são quase infinitos.

No entanto há dois casos que merecem o destaque: a abertura La-Z Rider” criada pelo animador Steve Cutts que adapta os Simpsons para uma série de ação da década de 1980 e também a do Banksy, que tece uma feroz crítica à franquia.

Homer em três dimensões

No episódio especial de Halloween (designado por Treehouse of Horror) da sétima temporada, Homer Simpson apareceu, pela primeira vez, animado por computador (CGI). O momento aconteceu no dia 29 de outubro de 1995, cerca de um mês antes da estreia de Toy Story nos cinemas americanos.

O segmento chamado Homer3 é uma homenagem ao episódio da Twilight Zone intitulado Little Girl Lost. No final do episódio, Homer Simpson acaba por parar no mundo em carne e osso.

Os Simpsons conhecem os Griffin

As comparações entre Simpsons e Family Guy começaram a ser feitas desde que a série de Seth MacFarlane estreou na Fox em 1999. Depois de anos de especulação, o impossível aconteceu: Peter Griffin conhece Homer Simpson. É verdade que o encontro aconteceu na série Family Guy, no episódio de estreia da 13.ª temporada, mas foi deveras impactante para ambas as franquias.

Com a excepção de Harry Shearer, todos os atores dos Simpsons participaram neste episódio especial. Apesar do encontro histórico, as reações dos fãs de ambas as séries não foram consensuais.

Quem matou o Mr. Burns?

O mistério que assombrou o 25.º episódio da sexta temporada dos Simpsons só foi resolvido na temporada seguinte. Em 1995 foi um dos episódios mais badalados da altura e, hoje em dia, é admirado pela quantidade de pistas que Jeffrey Lynch, realizador do episódio, deixou para os espetadores descobrirem.

A Fox até fez um concurso para que os fãs dessem o seu palpite sobre a possível identidade do assassino de Mr. Burns.

O rei da pop “disfarçado” nos Simpsons

Uma das maiores estrelas da música pop participou num episódio dos Simpsons, a dar voz a uma personagem. Por motivos ligados ao contrato da sua editora, Michael Jackson não podia aparecer creditado em outros projetos que não fossem ligados à discográfica.

No episódio intitulado Stark Raving Dad, emitido em 1991, Jackson é Leon Kompowsky, um paciente de um hospital psiquiátrico que partilha o quarto com Homer Simpson. Devido ao polémico documentário Leaving Neverland, o episódio não está presente na plataforma Disney +.

 

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