O reboot de uma das séries mais acarinhadas e bem sucedidas mundialmente tem estreia marcada para maio do próximo ano e, apesar de estar dentro do mesmo universo de Gossip Girl, será mais inclusiva e terá aspetos bastante diferentes relativamente ao formato original.

Numa entrevista à revista norte-americana Vulture, Joshua Safran, um dos produtores executivos e escritores de Gossip Girl, pronunciou-se sobre a falta de diversidade na série e da importância que esse fator teve no desenvolvimento deste spin-off.

Realmente na última produção não existia muita representação racial. Mesmo enquanto andei numa escola privada nos anos 90, aquilo que vi e vivi não refletia necessariamente aquilo que é retratado em Gossip Girl portanto o objetivo foi mudar isso mesmo e adaptá-lo à realidade“.

Joshua garante ainda que “as personagens principais não vão ser caucasianas e vai haver muito conteúdo queer. A nossa intenção é retratar a sociedade como ela é hoje em dia, de onde vem toda a riqueza, como lidar com o privilégio e as diferenças.”

O produtor revela ainda que a série se desenvolverá com base numa reviravolta que surgirá a meio da produção e fará toda a diferença na história.

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Embora existam várias mudanças neste reboot da HBO Max, há coisas que não vão mudar: Kristen Bell volta a Upper East Side para narrar as peripécias do dia a dia das novas personagens na Constance Billard School, concretizando assim o desejo que manifestava a partir do momento em que a novidade foi revelada.

Ainda não são conhecidas as caras que continuarão o legado de Blair Waldorf, Serena van der Woodsen, Dan Humphrey, Chuck Bass ou Nate Archibald, mas, para nosso entusiasmo, os envolvidos no projeto não descartam a possibilidade da aparição de uma destas personagens em algum momento da série.