É oficial: Roterdão foi a cidade escolhida para receber a Eurovisão em 2020, depois da vitória de Duncan Laurence na edição deste ano. Por isso mesmo, neste artigo reunimos várias atrações de passagem obrigatória numa visita à cidade.

Roterdão é a segunda maior cidade da Holanda, e é famosa pelo papel que teve durante a Segunda Guerra Mundial, já que foi o ataque à cidade que levou a que a Holanda se rendesse ao domínio nazi. A cidade portuária foi reconstruída, e é hoje considerada a capital da arquitetura dos Países Baixos.

1 – Museumpark

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Fotografia: yelp.com

Roterdão tem uma quantidade interessante de museus e grande parte deles estão reunidos num só recinto – o Museumpark.

Mesmo para quem não queira visitar nenhum deles, o Museumpark é passagem obrigatória para quem quiser ver alguns dos edifícios mais bonitos da cidade.

Tudo no Museumpark foi cuidadosamente projetado pelos arquitetos Rem Koolhaas, Yves Brunier e Paul de Ruiter para receber a Bienal Internacional de Arquitetura em 2014.

No Museumpark estão o Museu Boijmans Van Beunigen, o museu mais antigo, o Museu de História Natural, o Instituto de Arquitetura da Holanda, as exposições temporárias do Museu Kunsthal e o Museu Chabot.

A melhor parte é que dá para visitar todos os museus com uma espécie de passe, o Museumpark Ticket Rotterdam, que custa 27,50 euros e é válido por 6 meses.

2- Ponte Erasmus

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Fotografia: Blog Eu Ando pelo Mundo

Nova York tem a Estátua da Liberdade, Paris tem a Torre Eiffel e Roterdão tem a Ponte Erasmus.

A ponte é um dos maiores ícones da cidade de Roterdão e um dos símbolos da arquitetura moderna da cidade.

É uma das pontes mais famosas da Holanda e foi inaugurada em 1996 pela rainha Beatriz. Tem 800 metros de comprimento e 139 metros de altura e liga as duas margens do rio Mass. Ao todo, tem 32 cabos quem mantêm a estrutura em pé.

3- Cube House

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Fotografia: timesknowledge.in

As Kijk-kubus, casas-cubo em holandês, são outro dos grandes ícones arquitetónicos da cidade.

Apesar do estilo futurista, as casas-cubo foram projetadas em 1978 pelo arquiteto Piet Blom. Começaram a ser construídas quatro anos depois e foram concluídas em 1984.

São 38 casas, uma escola, um centro comercial e uma torre de apartamentos – todas elas inclinadas a 45 graus.

Existe uma casa aberta a visitas para quem tem curiosidade em conhecer o interior de uma casa-cubo. Além disso, numa parte das casas funciona um hostel, o Stayokay Cube Hostel. Apesar das casas serem tortas, o  interior é totalmente nivelado.

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4- Markthal

O Markthal é o mercado central de Roterdão. Além do design e arquitetura, o interior, com restaurantes de comida típica e as lojas, é outra grande atração para os turistas.

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Fotografia: Forbes

Ficou conhecido como a Capela Sistina holandesa por causa do teto, decorado pelo arquiteto Arno Coenen. O mercado tem o formato de túnel com mais de 100 mil metros quadrados.

5- Bairro Delfshaven

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Fotografia: cityguiderotterdam.com

Para quem quer visitar a parte mais antiga da cidade, está o bairro Delfshaven.

É uma das poucas partes que ainda resta do pré-guerra. No bairro não há prédios futuristas, mas sim construções históricas, nas margens do antigo porto.

Outro ponto de interesse a não perder é a Igreja dos Peregrinos (Pelgrimvaderskerk em holandês), onde – conta a lenda – os peregrinos se reuniam para rezar antes de cruzar o oceano em direção à América.

Outro ponto imperdível, para quem gosta de turismo cervejeiro, é a De Pelgrim, a cervejaria mais importante de Roterdão.

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Roterdão já tinha sido anfitriã do Festival Eurovisão da Canção Junior em 2007, para além de ter também recebido os MTV Europe Music Awards em 1997 e 2016. O Ahoy Rotterdam é a casa que habitualmente recebe este tipo de eventos.