Pedro e Inês prova, uma vez mais, o seu sucesso à escala internacional. O filme integra o alinhamento do festival IFF ‘Love is Folly’, a decorrer de 23 de agosto a 1 de setembro em Varna, na Bulgária. A produção é um dos destaques na secção competitiva do evento, tendo estreia marcada para esta sexta-feira, dia 24, na presença do protagonista Diogo Amaral.

IFF ‘Love is Folly’ é um festival com mais de 26 anos de existência, centrado nas grandes promessas da sétima arte, em particular a nível europeu. O catálogo da edição de 2019 é composto por cerca de 90 filmes, contando com duas competições endereçadas a realizadores iniciantes e veteranos.

Pedro e Inês foi o filme português mais visto de 2018, com uma afluência que excedeu os 48 mil espectadores nas salas de cinema nacionais. E se fez furor em território luso, o mesmo pode ser dito além-fronteiras. Desde a sua estreia, arrecadou vários galardões e passou por festivais um pouco por todo o globo, incluindo o Montreal World Film Festival, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Chicago Latino Film Awards e, recentemente, IFF Panamá.

Inspirado na obra A Trança de Inês por Rosa Lobato Faria, Pedro e Inês é da autoria de António Ferreira e resulta de uma co-produção entre Portugal, França e Brasil. Totalmente gravado na região de Coimbra, Diogo Amaral e Joana de Verona protagonizam a narrativa no papel dos dois amantes, que compõem o Romeu e Julieta português. Vera Kolodzig, Custódia Gallego, Miguel Borges, João Lagarto e Cristóvão Campos constituem o restante elenco.

O drama reinventa o romance entre o rei D. Pedro I e a galega Inês de Castro, adaptando a história não só ao passado, mas também ao presente e futuro. Um conto a três tempos que realça a intemporalidade e fatalidade inerentes ao amor proibido.

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