Eerie, um filme de terror filipino que está disponível desde julho no catálogo da Netflix, parece estar a espalhar o medo a nível internacional, com vários meios de comunicação social a darem conta de relatos de espectadores que tiveram de dormir com a luz acesa ou ainda que gritaram durante toda a visualização da película.

A história que, de acordo com o Independent e o Daily Mirror está a gerar o pânico, é ambientada num colégio feminino católico, a Academia de Santa Lúcia, onde Patrícia, a conselheira de orientação da escola (e também medium), começa uma investigação para descobrir o que levou ao suposto suicídio de uma estudante que agora assombra as sobreviventes.

Lê também: 10 filmes de terror baseados em histórias verídicas

Os dois jornais citam vários tweets para dar exemplos de espectadores que ficaram muito perturbados com a experiência de visualização da película realizada por Mikhail Red.

Eerie, com Bea Alonzo e Charo Santos-Concio nos papéis principais, marcou a estreia do realizador no cinema mainstream, depois de ter feito Neomanila e Birdshot, este último também já comprado pela Netflix.

A produção filipina, que estreou em 2018 no Festival de Cinema de Singapura, não teve distribuição comercial nos Estados Unidos nem na maioria dos países europeus, onde a estreia se deu através da plataforma de streaming. A estreia em sala aconteceu em março no país de origem, sucedendo-se depois também noutros países asiáticos, como a Indonésia, o Cambodja ou o Vietname.

Neste momento, e apesar da recente viralização, Eerie segue com uma avaliação de 4,9 no IMDB.