Só foram precisos quase cinco anos, mas a Apple Pay chegou, de certa forma, a Portugal. O serviço de pagamentos móveis da Apple recorre ao chip NFC integrado nos iPhones e Apple Watch e permite pagar em todos os locais que já aceitam contactless e em várias lojas online através da integração “Pagar com Apple Pay”.

Este serviço é semelhante ao MB Way, embora em Portugal não tenhamos acesso às funcionalidades de transações entre pessoas via iMessage (apenas disponível nos E.U.A.), ou “porta-moedas” virtual Apple Cash.

Ainda assim, o Apple Pay tem a vantagem de estar completamente integrado nas plataformas da Apple. Está acessível mais rapidamente com apenas um duplo clique do botão Home nos iPhone 6/6S/7/SE/8, ou do botão lateral em iPhone X/Xs/Xr.

Se têm um Apple Watch, os cartões adicionados sincronizam automaticamente e podem usá-lo para pagar, também com um duplo clique no botão lateral.

De certa forma?

O suporte para Apple Pay num dado país depende da adesão de cada banco. Em Portugal, nenhum banco tradicional (CGD, Santander, Millennium BCP, etc.) aderiu ao Apple Pay até agora.

Na verdade, foram os recentes bancos inteiramente digitais (Revolut, N26 e Monese) a “trazer” a funcionalidade para Portugal quando a ativaram nas suas plataformas. Se querem usar Apple Pay, vão precisar de usar um destes serviços.

O método de pagamento da Apple ganhou enorme popularidade desde o lançamento inicial em 2014, principalmente nos Estados Unidos e Reino Unido.

A expansão tem sido gradual ao longo da Europa, estando agora disponível em cerca de 40 países, incluindo agora Portugal, Grécia e Eslováquia.

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