X-Men: Fénix Negra estreou esta semana nas salas de cinema portuguesas, marcando o lançamento do último filme da saga X-Men sob a alçada da produtora 20th Century Fox. A mais recente criação do X-verse é protagonizada por Sophie Turner, no papel da icónica heroína Jean Grey, e junta, também, vários membros já familiares ao projeto, como James McAvoy (Professor Xavier), Jennifer Lawrence (Raven / Mystique) e Michael Fassbender (Erik Lehnsherr / Magneto).

Fénix Negra fornece um olhar mais profundo sobre a história de Grey, algo muito requisitado pelos fãs da saga ao longo dos anos. O filme retoma, assim, pequenos pormenores de anteriores projetos, como X-Men: O Início, X-Men: Dias de um futuro esquecido e X-Men: Apocalipse, sequela de grande importância para a consolidação da heroína enquanto personagem.

Passada em 1992, a narrativa inicia-se numa aventura espacial, momento em que Jean Grey toma consciência dos seus extraordinários poderes, após uma explosão que a coloca em perigo de vida. À medida que se adapta às suas novas capacidades, uma misteriosa criatura alienígena (Jessica Chastain) tenta manipulá-la contra a equipa de heróis X-Men.

Paralelamente, memórias reprimidas ressurgem e Jean descobre que o responsável por esconder as suas recordações é, na verdade, o Professor Xavier, temendo que a heroína se tornasse demasiado poderosa.

As divergências entre Jean Grey e os heróis X-Men são cada vez mais preponderantes, culminando num estrondoso confronto final, que decidirá, finalmente, o seu destino.

Sophie Turner e Jessica Chastain em ‘X-Men: Fénix Negra’. Fotografia: Divulgação

Em entrevista à Empire, o realizador Simon Kinberg realçou a importância que Fénix Negra tem para a personagem Jean Grey, focando o intenso conflito de valores que esta atravessa.

“Fénix Negra é o filme mais íntimo, emocional e pessoal que já fizemos. É, também, o mais complexo, no que toca a expandir este universo, ainda para lá da nossa galáxia. O que acontece a Jean emocionalmente e o que acontece a nível cósmico no seu interior acabam por transformá-la num ser extremamente instável, perigoso e destrutivo”, referiu.

Resta descobrir se X-Men: Fénix Negra estará à altura dos restantes filmes da saga ao mostrar que os maiores desafios residem em enfrentar, não os inimigos, mas sim, um dos nossos.