Eurovisão
Fotografia: Eurovision.tv

As seis canções que podem vencer a Eurovisão 2019

Todos os anos, o processo é o mesmo: Há previsões, há votações, há apostas. Durante meses, todos querem adivinhar quem será o próximo vencedor – e consequentemente futuro anfitrião – do Festival Eurovisão da Canção. O Espalha-Factos mistura previsões, votações, apostas e um bocadinho de feeling para entregar a lista das seis músicas que são as mais fortes candidatas a levantar o troféu na noite deste sábado (18).

Austrália

Kate Miller-Heidke chegou a Telavive muito longe do favoritismo, mas uma atuação atmosférica, em conjunto com vocais de escala planetária, fizeram-na a sensação do período de ensaios. Após a semifinal, era claro: os concorrentes mais distantes do concurso tinham canção para fazer a diferença. Zero Gravity pode mesmo chegar longe este sábado.

Países Baixos

As baladas estão bem e recomendam-se. Arcade, a escolha neerlandesa para o ano de 2019, é a prova disso mesmo. Sensação nas apostas, e no YouTube, é a favorita das favoritas. No último dia do Festival, os apostadores dão-lhe hipóteses de vitória superiores a 40%. A atuação é sóbria, clássica e uma lição de que menos pode continuar a ser mais.

Suíça

Luca Hänni, um dos maiores ídolos da Suíça, veio à Eurovisão para mudar o destino dos helvéticos na competição. Depois de, nos últimos dez anos, ter ficado apenas duas vezes na Final, este ano o país saltou para a gala principal e está no top3 dos bookies. É uma mistura viciante de pop, música latina e sons orientais.

Islândia

Os Hatari são os responsáveis por trazer à Eurovisão uma mistura de techno industrial e punk rock. O Festival está habituado a muitos géneros musicais, mas talvez nunca tenha ido tão longe na estética BDSM. Hatrið mun sigra diz que o ódio prevalecerá e tem uma das mais competentes performances televisivas da noite. Entre muitas canções pop e baladas mais ou menos tradicionais, a diferença pode ajudá-los a sobressair.

França

Desde 2016 que a França anda sempre a aproximar-se do top, mas entre muitas promessas e aumento de expectativas, os gauleses ainda não conseguiram chegar à vitória. Este ano, Bilal começou entre os favoritos, perdeu gás e voltou a recuperar a força quando atuou em Telavive. Tem uma atuação contra o preconceito e a intolerância em que se junta a duas dançarinas: uma obesa e uma surda, para mostrar que todos somos capazes de tudo. A atuação usa ainda os recursos visuais para canalizar a mensagem, o que funciona bem na televisão.

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Itália

Mahmood, de 27 anos, cansou sensação em Itália ao vencer o lendário Festival de San Remo. Soldi, a canção ganhadora, chegou ao topo das tabelas de streaming e, com um verso em árabe, marcará a quarta vez em que a língua será ouvida no palco da Eurovisão. O tema, que em português significa Dinheiro, dá conta da história da família pouco convencional do cantor.

O pai de Mahmood abandonou a família, por dinheiro, e a música evoca essa memória e critica a perspetiva dos que vêem o dinheiro como objetivo principal da vida. Está na luta pela vitória e mantém os italianos com um lugar entre as potências eurovisivas da última década.

 

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