A Suíça ensaiou esta segunda-feira (6) pela primeira vez no palco da Eurovisão e Luca Hänni, o cantor, admite sentir a pressão dos compatriotas para obter um bom resultado.

Na conferência de imprensa de reação aos primeiros momentos em palco, o intérprete explica que esta pressão também o ajuda a melhorar e que, além dessa tensão, tem também recebido bom feedback e força nos vários momentos, o que o tem mantido motivado.

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O primeiro ensaio no palco em Telavive, que apostou num novo conceito visual, em tons de vermelho e diferenciado daquele que tinha ficado conhecido no videoclip, recebeu feedback positivo por parte da imprensa, tendo sido qualificado como Despafuego, uma mistura entre o êxito latino Despacito e a canção Fuego, que ficou em segundo lugar na edição 2018 da Eurovisão.

Suíça de saída?

Os helvéticos estão fora da Grande Final do Festival desde 2014 e há mais de 10 anos que não chegam ao top10 do concurso, o que tem motivado rumores acerca da desistência do país. O chefe de delegação da estação SSR desmentiu qualquer discussão interna para a saída e quer ele, quer o intérprete confirmaram que a Eurovisão voltou a ser um tema de conversa no país este ano.

O responsável pela participação suíça dá conta de uma quebra da popularidade do concurso nos últimos anos, mas nega que o formato tenha deixado de ser atrativo, referindo que continua a ser um hábito para muitas famílias suíças. No entanto, e apesar do buzz em torno da participação deste ano, que seguia esta segunda-feira em terceiro lugar nas apostas, sublinha “são os três minutos [da atuação] que contam, temos de fazer tudo bem nesses três minutos e a partir daí é que tudo é possível“.