Na passada quinta-feira (21), Papillon celebrou o primeiro aniversário do seu álbum de estreia a solo, Deepak Looper. Artista já com experiência, desde a sua presença em rap battles na Liga Knock Out, à estadia como membro efetivo do grupo GROGnationDaí, surgiu a vontade de se lançar fora da zona de conforto, sair do casulo, e ter consigo um dos discos que melhor definiu o panorama do hip-hop tuga.

No dia 21 de março de 2018, lançou cá para fora a sua carta ao mundo, no Dia Mundial da Poesia (coincidência ou não), e decidiu gravar as suas palavras na história da música nacional. De maneira desconstruída, tanto se apresenta como uma janela para o mundo pessoal do artista, como um espelho que nos ajuda a refletir sobre nós mesmos.

Contava assim as suas experiências pessoais, com esperança que o mundo se revisse nas suas palavras. E assim foi. A 13 de abril teve a sua prova, com o concerto de lançamento que encheu o Estúdio TimeOut de sonhadores, tal como o próprio:

“Eu fiz o álbum essencialmente para mim na esperança que houvesse mais pessoas como eu e não sabia que vocês eram tantos.”

Para celebrar esta data, um ano depois, lançou um vídeo de agradecimento. A todos os que passam pela escola da vida, sem horários, professores, notas ou diplomas. A todos os que são alunos e todos os dias aprendem e anseiam alcançar mais.

Obrigado, Rui. Obrigado por tocares os corações de tantos, por ousares dizer as palavras que escrevias nas paredes do teu casulo, por teres a certeza que todos estão Impec.