A Fundação Calouste Gulbenkian desafia jovens entre os 15 e os 25 anos a participar no concurso ‘Quem é Calouste?’ e mostrar, através de manifestações artísticas, as interpretações das diferentes fases da vida do seu fundador.

«Compõe uma música, cria uma obra de arte, escreve um texto ou faz um filme e mostra “Quem é Calouste?”» é o desafio lançado aos jovens de todo o país pelo concurso integrado nas comemorações do 150.º aniversário do filantropo arménio Calouste Sarkis Gulbenkian.

O concurso decorre até 24 de fevereiro e divide-se em dois escalões etários de participação, nomeadamente Grupo Escolas (15 a 18 anos) e Grupo Jovem (19 a 25 anos).

Os trabalhos podes ser apresentados individualmente ou em grupo e devem ser enquadrados numas das seguintes categorias: música, artes visuais, texto ou filme.

Tanto no Grupo Escolas como no Grupo Jovem serão atribuídos primeiros, segundos e terceiros lugares em cada uma das quatro categorias, num total de 24 prémios.

O Grupo Escolas contempla prémios monetários para os participantes, bem como para os estabelecimentos de ensino onde estes se encontram inscritos. Já no Grupo Jovem, os vencedores serão premiados em dinheiro e voucher para aquisição de livros na loja Fundação Calouste Gulbenkian.

Os vencedores serão anunciados no dia 23 de março, durante um evento na instituição promotora do concurso.

O regulamento do concurso ‘Quem é Calouste?’ encontra-se disponível na página oficial da Fundação Calouste Gulbenkian.

Para qualquer questão adicional podes contactar a instituição através do 213 153 066 ou do e-mail quemecalouste@gulbenkian.pt.

O homem de Constantinopla

Nascido na Turquia, o mecenas Calouste Sarkis Gulbenkian (1869-1955) chegou a Portugal em 1942, onde passou os últimos anos da sua vida.

Detentor de um espírito visionário, acumulou, ao longo da sua vida, uma das maiores fortunas do mundo. Durante mais de uma década que viveu em Portugal, fez importantes doações ao Museu Nacional de Arte Antiga.

O incentivo ao desenvolvimento da vida cultural nacional culminou com a criação de uma fundação, já depois da sua morte, à qual legaria o seu nome e a sua fortuna.

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