Na próxima terça-feira, dia 25 de setembro, é dia de Poesia Clandestina no Desterro, em Lisboa.

Este evento consiste num ciclo de sessões que orbitam à volta de livros, imagens e sons. Cada reunião tem um momento inicial de open mic a que se seguem duas intervenções programadas.

As leituras de dia 25

José Luís e Isadora Alves vão ler textos tanto da primeira como da terceira edição da revista Anos 90 e Agora: uma antologia da nova poesia portuguesa, organizada por Jorge Reis-Sá.

Na última parte do encontro, Reis-Sá fará uma análise da antologia e da sua receção crítica, mais de quinze anos depois do lançamento da revista.

Os complementos da Poesia Clandestina

Nesta sessão a poesia vai ser acompanhada de sonoplastia, efeitos sonoros, de Dragão Inkomodo (Nuno Vicente) e efeitos visuais de António Caramelo. Estes efeitos têm como objetivo enriquecer as leituras, proporcionando-lhes mais realismo e vivacidade.

A entrada no evento e adesão ao Desterro

A entrada no evento está restrita aos sócios do Desterro. As inscrições para aderir ao grupo podem ser feitas na hora e a quota anual é de três euros.

Sobre o Desterro

O Desterro é uma organização sem fins lucrativos, um espaço multidisciplinar que promove e apoia a criação e produção primariamente no âmbito da música.

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