Nicholas Hoult, conhecido principalmente pela sua participação na franquia X-Men, revelou pormenores sobre alguns desafios da carreira, nomeadamente sobre Warm Bodies, um filme onde a comunicação se baseava essencialmente em grunhidos.

Entrou tímido na sala de conferência de imprensa, mas o ator com apenas 28 anos teve muito com que conversar com os jornalistas. Entrou nestas andanças bastante jovem, mas conseguiu manter a fasquia ao entrar em filmes com projeções internacionais.

Entre franchises mais conhecidos estão Mad Max e X-Men da Marvel. Neste último, o britânico assume a personagem Hank McCoy, mais conhecido pelo nome de guerra Beast.

Com o último saga já filmado, X-Men: Dark Phoenix, o filme terá tido uma restruturação e adiamentos do lançamento, devido à compra da Disney da produtora Fox. O ator foi evasivo, em relação a essa questão, mas assegura que o mais recente capítulo irá sair este ano.

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O “papel complicado” de Warm Bodies

Para além dos filmes de orçamentos milionários, Nicholas Hoult já interpretou diferentes tipos de personagens. A mais complexa, na sua opinião, foi quando assumiu um papel de zombie numa relação amorosa em Warm Bodies.

“Foi difícil porque tive de fazer de zombie e era algo em que não me sentia confortável. Ainda por cima o argumento centrava numa história de amor do estilo Romeu e Julieta, onde a única forma de comunicar era através de grunhidos. É talvez o papel mais complicado que já fiz”, assume.

O futuro próximo passa por Tolkien

O ator britânico foi também o escolhido para dar vida ao emblemático escritor J.R.R. Tolkien, conhecido por conceber o universo de O Senhor dos Anéis. Ainda sem data de lançamento, Nicholas Hoult salienta a importância de vestir a pele deste autor literário.

“O filme irá desenrolar-se nos primeiros anos de vida de Tolkien e, relativamente à preparação, apercebi-me que ele possuía uma ligação bastante forte com a linguagem. Ele tinha mesmo um amor em contar histórias fantásticas”.

Nesse sentido, o ator reforça não tem preconceitos em relação à escolha de papéis. “Posso fazer um filme muito sério ou um filme sobre super-heróis. O mais importante é que tenha um bom argumento por detrás“.

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