Foto: Divulgação/Anesi Bra

Anesi Bra: O soutien revolucionário que se adapta a qualquer tamanho

Muitas vezes encontrar o soutien ideal e que ofereça um conforto permanente pode ser um desafio.

Neste sentido, surge o Anesi Bra, um projeto kickstarter que foi iniciado na cidade de Toronto, Canadá, por Stephania Stefanakou, Jacob John e Leen Al-Taher, e que tem como objetivo adaptar-se ao tamanho de qualquer peito e garante ser 10 vezes mais confortável que qualquer outro soutien.

O projeto começou quando estes três ex-colegas de faculdade viram a necessidade de criar uma peça de roupa que se adaptasse às mudanças do corpo feminino ao longo do tempo, garantindo sempre o conforto e bem-estar de quem o está a usar.

“Acreditamos que todas as mulheres têm o direito de começar o seu dia com toda a confiança.”

soutien
Foto: Divulgação/ Anesi Bra

Aliás, de tal modo é “conforto” a palavra-chave deste projeto, que o lema do mesmo é “Say hello to Comfort – in 98 sizes”.

De modo a conseguir esta fácil adaptação, o Anesi Bra incorpora duas alças de gel, que se moldam aos ombros de quem o utiliza e impede que estas se cavem nos ombros devido ao peso do peito, o que permite uma sensação de bem-estar.

Para além disto, é também composto por um tecido elástico que tem a capacidade de extrair e de retrair, conseguindo acomodar até dois tamanhos de copas e de bandas. Este tipo de tecido apresenta zonas de compressão elásticas e rígidas, juntamente com propriedades antimicrobianas e de absorção de humidade.

Por agora o Anesi Bra está disponível em dois modelos: full coverage e balconette, o que permite que o soutien se adapte a qualquer outfit.

soutien
Foto: Divulgação/Anesi Bra

No entanto, para além deste projeto, que é fomentado exclusivamente pelo público, a marca Anesi Bra também se dedica à criação e venda online de peças de roupa que procuram promover o women power e abraça e desmistifica o corpo feminino.

Mais Artigos
Sandra Felgueiras no Parlamento. sexta às 9
RTP critica Secretário de Estado após afirmações de que ‘Sexta às 9’ é “estrume”