Continuam as reações ao despedimento de James Gunn de Guardiões da Galáxia 3. Desta vez, são outros dois protagonistas do filme, Zoe Saldana e Chris Pratt, a expressarem-se. Já corre, também, uma petição para a Disney voltar a contratar Gunn.

A resposta na Bíblia

É a notícia do momento e promete continuar a estar no centro das atenções. James Gunn, realizador de Guardiões da Galáxia, foi despedido. A decisão da Disney deveu-se a uma série de tweets polémicos de Gunn… publicados há uma década.

A decisão está a ser fortemente contestada por figuras ligadas à indústria. Conforme noticiado pelo Espalha-Factos, Dave Bautista já veio a público defender Gunn que identifica como “uma das melhores pessoas” que conheceu. Em Portugal, Nuno Markl fala de uma “execução política” e de “puro fascismo”.

Desta vez, foram Chris Pratt e Zoe Saldana, ambos protagonistas de Guardiões da Galáxia, a dar o seu parecer. Pratt utilizou o Twitter para abordar o assunto de forma indirecta. O actor citou um verso da Bíblia, do livro de James: “Entendam isto, meus queridos irmãos e irmãs. Que todas as pessoas sejam rápidas a ouvir, lentas na fala e lentas na ira. JAMES 1:19.”

Já Zoe Saldana foi mais directa, falando de “uma semana muito difícil. Vou fazer uma pausa para absorver tudo antes de falar. Só quero deixar claro que adoro TODOS os membros da minha família dos GdG. E vou adorar sempre.

A petição

Selma Blair, atriz e amiga pessoal de James Gunn, também já se expressou. No Twitter, Blair agradeceu a Gunn pelo seu talento, “decência e evolução enquanto homem. Ajudaste-me quando estive num lugar assustador e guiaste-me até à coisa certa a fazer. Mostraste carácter e percebeste-me.”

Blair foi mais longe e inicou ainda uma petição para recontratar James Gunn. A petição, disponível aqui, já conta com mais de 250 mil assinaturas e o objetivo é atingir as 300 mil. Bautista já aplaudiu a decisão tomada e Nuno Markl já partilhou a petição. “Não é só pela parte geek da coisa; é pelo que representa o conceito McCarthyista de destruir um tipo por ser contra o regime.”

A história parece ter novos desenvolvimentos diariamente e estar longe do fim.