A multifacetada Janelle Monáe ressurgiu no mapa musical com Make Me Feel Django Jane, em avanço de Dirty Computer. Editada dia 10, Pynk tem a participação da canadiana Grimes, sendo a terceira música conhecida do álbum previsto para este mês. Em simultâneo, é disponibilizado o videoclipe, dirigido por Emma Westenberg.

A estreia fez-se, analogamente aos dois últimos singles, na rádio Beats1, destacada como Hottest Record in the World. É a segunda colaboração entre Monáe e Grimes, depois de Venus Fly, contida em Art Angels, álbum da canadiana. Sonoramente, aproxima-se da pop propulsiva de Make Me Feel, numa vertente mais ligeira.

A faixa, cujo título significa cor-de-rosa, contém letras alusivas aos simbolismos sexual, feminino e corporal da cor. É o tom predominante no vídeo, protagonizado por Monáe e a atriz Tessa Thompson. Pontuado com coreografias, começa com a chegada de Monáe, num veículo voador, a um deserto.

Na descrição do vídeo, Monáe clarifica a temática de Pynk. “PYNK é uma celebração garrida da criação, amor próprio, sexualidade, e o poder da vagina! PYNK é a cor que nos une a todos, pois o rosa é a cor encontrada nos mais profundos e escuros recantos e fendas de humanos em toda a parte… PYNK é onde o futuro nasce…

A par com os vídeos de Make Me Feel e Django Jane, deverá integrar o filme que acompanha Dirty Computer. É editado a 27 de abril aquele que será o terceiro disco de Monáe, após The ArchAndroid e The Electric Lady. Conta com contribuições musicais de Prince, falecido há dois anos.

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Em fevereiro, Monáe dialogou com o The Guardian acerca do novo disco. “Este projeto foi sobre pintar com diferentes cores, não apenas preto e branco; mergulhar e permitir-me usar todos os tons da caixa dos lápis de cera.” Como vemos, rosa é certamente uma boa opção.