Estamos na mid-season finale de Nashville e as coisas parecem ir de mal a pior, com a ausência de certas estrelas e as atitudes disparatadas por parte de outras. O oitavo episódio da sexta temporada, intitulado Sometimes You Just Can’t Win, estreou no canal CMT no dia 22 de fevereiro.

Enquanto Juliette (Hayden Panettiere) continua no seu isolamento na Bolívia, Avery (Jonathan Jackson) decide que está na altura de esquecer a sua esposa e seguir em frente de uma vez por todas. Também não o podemos julgar.

Por outro lado, as coisas parecem aquecer entre Scarlett (Clare Bowen) e Sean (Jake Etheridge), quando ela o convida para assistir a um concerto. Embora ele ainda deixe os seus traumas do passado vir ao de cima e tenha um ataque de pânico, acaba por se acalmar quando canta para Scarlett. Apesar do timing para este casal ser absolutamente inapropriado, não posso dizer que os deteste.Nashville

Para desagrado de Deacon (Charles Esten), Daphne (Maisie Stella) acaba por concorrer ao concurso musical da cidade e por ser um autêntico sucesso. Nem poderíamos esperar outra coisa deste pequeno prodígio. No entanto, nem tudo são boas notícias.

Lê também: Nashville 6×07: os perigos e as mágoas do fanatismo religioso

Brad (Jeffrey Nordling) tenta enviar Jake (Myles Moore) para um internato, o que causa toda uma série de drama na família. Com ódio ao pai, o pequeno tenta resistir mas Brad tenta arrastá-lo à força, o que faz com Deacon se meta no meio da confusão, agressão essa que é rapidamente considerada assalto. Cheira-me que, nos próximos episódios, Deacon não estará em bons lençóis.Nashville

O grupo mais badalado da cidade, The Lost Highways, é convidado para atuar num dos mais reputados palcos de Nashville. No entanto, durante a ação, Will (Chris Carmack) acaba por colapsar, devido a todo o abuso de esteroides. Mesmo com a equipa médica presente, Will parece perder a pulsação.

Com a perda trágica de Rayna (Connie Britton) na temporada anterior, duvido que a série tenha a ousadia de eliminar mais uma das suas personagens principais. No entanto, os protagonistas estão tão desviados dos seus caminhos que esta opção não parece totalmente má. Temos apenas oito episódio para colocar as coisas de volta nos eixos e, a meu ver, ainda há muito trabalho a ser feito.

NOTA: 4/10