A ilustração na ciência é muito mais que a típica manifestação de arte. É uma via de conhecimento e uma maneira intuitiva e divertida de aprender. Por isso, o Espalha-Factos mostra-te cinco contas de Instagram ideais para quem é apaixonado pelas áreas da arte e da ciência.

1. Rachel Ignotofsky – @rachelignotofsky

Autora do livro ‘Woman in Science’, Rachel Ignotofsky enaltece os grandes feitos da mulher na Ciência, mas não só. Através de desenhos simples e apelativos, a ilustradora e designer mostra como é fácil aprender de forma divertida.

História e Ciência são as suas áreas de interesse, e é através da arte que quer ajudar a espalhar a mensagem sobre a importância da cultura científica e do feminismo. Para além da conta de Instagram, podes também segui-la através do seu site pessoal e nas restantes redes sociais.

2. Tom Gauld – @tomgauld

Com presença semanal na revista New Scientist e no jornal The Guardian, Tom Gauld é um ilustrador e cartoonista escocês, autor de várias bandas desenhadas. A mais recente foi publicada em 2017 com o título “Baking with Kafka”.

3. Claudia Baeta – @claudiambaeta

Licenciada em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Claudia Baeta trabalha como designer de comunicação e ilustradora. Recentemente, muitas das suas obras estiverem presentes no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, através da exposição ‘Illustrating Fish’, da sua autoria e de Pedro Salgado.

Apesar de ser uma conta nova no Instagram, vale a pena dar uma espreitadela.

4. Kelsey Oseid – @kelzuki

Taxonomia, biodiversidade e astronomia são algumas das áreas de interesse desta ilustradora que aprendeu a pintar em aquarela com o pai. Confessa que gosta particularmente de pintar mamíferos como baleias, primatas e veados.

Kelsey Oseid lançou um livro há relativamente pouco tempo, intitulado ‘What We See in the Stars’, um guia sobre mitos, histórias e factos sobre o universo e a curiosidade humana.

5. MUHNAC – @muhnac_illustrations

O Instagram foi criado para o projeto ‘Riscar o Mundo’ que, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, permitiu que se digitalizasse, conservasse e catalogasse desenhos de expedições feitas no Brasil e em África.

Muitas destas ilustrações ainda espelham espécies por identificar, por isso o Museu Nacional de História Natural e da Ciência lançou este desafio de Ciência Cidadã, de maneira a que todos pudessem contribuir para a descoberta de plantas, borboletas ou peixes.