Estamos apenas a um episódio de completar a sétima temporada de American Horror Story e, à medida que o número de mortes e o nível de loucura aumentam, o final da história parece continuar um autêntico mistério. O novo episódio, Charles (Manson) in Charge, estreou no canal FX no dia 7 de novembro. Em Portugal, a série é exibida na FOX.

Kai (Evan Peters) começa a reunir uma série de inimigos políticos, dentro e fora da série (nem sei como é que tal não aconteceu mais cedo), e decide que está na altura de levar a sua campanha ao próximo nível. Sim, ainda mais!

Desta forma, relata os chamados “assassinatos Tate” aos seus camaradas, uma série de homicídios nos anos 60 orquestrados por Charles Manson. Como se tal não bastasse, o seu estado de paranóia leva-o a acreditar em que existe um espião clandestino no meio da sua equipa.American Horror Story

Manson, interpretado pelo próprio Peters, começa a assombrar Kai em alucinações, levando-o a assassinar Gary (Chaz Bono), de modo a que este sirva de exemplo aos restantes inimigos. Ou simplesmente porque Gary era inútil para a história e ainda não se tinham livrado dele mais cedo.

Mais uma vez, Beverly (Adina Porter) relata o acontecimento nas notícias e começa a ficar fragilizada com o extremismo do culto. Como tal, Winter (Billie Lourd) oferece-lhe um bilhete de comboio, encorajando-a a fugir da cidade e a deixar todo este esquema para trás das costas.

Frances Conroy regressa no papel de Bebe, que está extremamente desapontada com Kai: pelos vistos, ela era sua terapeuta e, completamente apaixonada pelo feminismo, combinou com Kai que a sua missão era libertar o verdadeiro potencial feminino do culto.

Ora, as mulheres do culto não tiverem grande sorte: duas já morreram, uma está afundada em medo e a restante continua uma incógnita. Frustrada, Bebe tenta acabar com Kai, mas eis que Ally (Sarah Paulson) se antecede e lhe dá um tiro na cabeça.American Horror Story

Kai e Winter dão-nos um momento entre irmãos que foi dos mais bonitos e íntimos de toda a série, revelando o verdadeiro amor que nutrem um pelo outro simplesmente em palavras e trocas de olhar. Até que nos apercebemos que a vingança é um prato que se serve frio…

Beverly revelou o acordo a Kai, e Winter está em apuros: ela é considerada a “espiã” e eis que o irmão a sufoca até à morte, completamente lavado em lágrimas. Kai enquanto personagem é simplesmente detestável mas esta temporada é, sem dúvida, o apogeu da carreira de Peters na série. Bravo!

No exterior, Ally encontra-se com um dos membros do culto, revelando que sabe que ele é que é o verdadeiro espião. Com apenas três sobreviventes em jogo, resta um episódio para definir de que lado Ally afinal se encontra e qual será o futuro deste culto, num autêntico jogo de vida ou de morte.

NOTA: 7/10