Curta portuguesa nomeada para os Prémios do Cinema Europeu

Já são conhecidos os nomeados para os Prémios do Cinema Europeu deste ano. Entre eles, há um filme português indicado: Os Humores Artificiais, de Gabriel Abrantes.

A revelação foi feita durante o Festival de Cinema Europeu de Sevilha, no passado dia 4 novembro. Na frente da corrida está O Quadrado, do sueco Ruben Östlund, que recebeu a Palma de Ouro no Festival de Cannes. Segue-se On Body and Soul, da húngara Ildikó Enyedi, que venceu o Urso de Ouro no Festival de Berlim.

Mas o cinema português também marca presença na 30.ª edição destes prémios. O previamente referido Os Humores Artificiais recebeu uma nomeação para Melhor Curta-Metragem.

A curta-metragem portuguesa, que estreou em fevereiro no Festival de Berlim, conta a história da amizade entre uma indígena comediante e um robô. De recordar que Gabriel Abrantes venceu, com o mesmo trabalho, o Prémio para Melhor Realizador Português na 25.ª edição do Curtas Vila do Conde.

De referir ainda que o filme português A Fábrica de Nada, de Pedro Pinho, foi pré-seleccionado para os prémios, mas acabou por não receber qualquer nomeação. A cerimónia está marcada para dia 9 de dezembro, em Berlim.

E os nomeados são…

Melhor Filme

O Quadrado, de Ruben Östlund
120 Batimentos por Minuto, de Robin Campillo
Loveless, de Andrey Zvyagintsev
On Body and Soul, de Ildiko Enyedi
O Outro Lado da Esperança, de Aki Kaurismäki

Melhor Realizador

Loveless, de Andrey Zvyagintsev
On Body and Soul, de Ildiko Enyedi
The Killing Of A Sacred Deer, de Yorgos Lanthimos
O Outro Lado da Esperança, de Aki Kaurismäki
O Quadrado, de Ruben Östlund

Melhor Atriz 

Juliette Binoche, em Un Beau Soleil Intérieur
Paula Beer, em Frantz
Isabelle Huppert, em Happy End
Florence Pugh, em Lady Macbeth
Alexandra Borbély, em On Body And Soul

Melhor Ator

Nahuel Pérez Biscayart, em 120 Batimentos por Minuto                                                             
Jean-Louis Trintignant, em Happy End
Josef Hader, em Stefan Zweig: Adeus, Europa
Colin Farrell, em The Killing Of A Sacred Deer
Claes Bang, em O Quadrado

Melhor Argumentista

François Ozon, em Frantz
Oleg Negin e Andrey Zvyagintsev, em Loveless
Ildikó Enyedi, em On Body And Soul
Yorgos Lanthimos e Efthimis Filippou, em The Killing Of A Sacred Deer
Ruben Östlund, em O Quadrado

Melhor Comédia 

King of the Belgians, de Peter Brosens e Jessica Woodworth
O Quadrado, de Ruben Östlund
Vincent, de Christophe Van Rompaey
Welcome to Germany, de Simon Verhoeven

Melhor Animação

Ethel & Ernest, de Roger Mainwood
Louise en Hiver, de Jean-François Laguionie
A Paixão de Van Gogh, de Dorota Kobiela e Hugh Welchman
Zombillénium, de Arthur de Pins e Alexis Ducord

Melhor Documentário

Austerlitz, de Sergei Loznitsa
Communion, de Anna Zamecka
La Chana, de Lucija Stojevic
Stranger in Paradise, de Guido Hendrikx
The Good Postman, de Tonislav Hristov

Descoberta — Prémio Fipresci 

Petit Paysan, de Hubert Charuel
Godless, de Ralitza Petrova
Lady Macbeth, de William Oldroyd
Estiu 1993, de Carla Simón
The Eremites, de Ronny Trocker

Melhor Curta-Metragem

Os Humores Artificiais, de Gabriel Abrantes
Copa-Loca, de Christos Massalas
En La Boca, de Matteo Gariglio
Fight on a Swedish Beach!, de Simon Vahlne
Information Skies, de Daniel van der Velden e Vinca Kruk
Love, de Reka Bucsi
The Circle, de Rûken Tekes
Los Desheredados, de Laura Ferrés
The Party, de Andrea Harkin
Timecode, de Juanjo Giménez
Ugly, de Nikita Diakur
Wannabe, de Jannis Lenz
Written/Unwritten, de Adrian Silisteanu
Gros Chagrin, de Céline Devaux
Jeunes Hommes à la fenêtre, de Loukianos Moshonas

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