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Foto: VisualHunt

Bailarino português Márcio Mota no Prix de Lausanne 2018

O bailarino português Márcio Mota, de 16 anos, aluno da Escola de Dança do Conservatório Nacional (EDCN), foi selecionado para competir no Prix de Lausanne 2018, na Suíça.

A decisão foi anunciada na semana passada pela organização da competição internacional.

Prix de Lausanne: a porta para o sonho

Criado em 1973 e gerido pela Fondation en Faveur de l’Art Chorégraphique, o concurso Prix de Lausanne é um concurso onde podem participar jovens bailarinos e bailarinas em fase final de formação, com idades entre os 15 e os 18 anos.

Dirigido a bailarinos que pretendam construir uma carreira no ballet clássico, muitos dos vencedores deste concurso são agora estrelas nas maiores companhias de ballet de todo o mundo.

Shelly Power, diretora artística do concurso, em declarações no site oficial, mostrou-se entusiasmada com os selecionados. Sabendo que este evento um dos mais exigentes de dança a nível internacional, espera que os jovens aproveitem a experiência.

Para esta 46ª. edição, foram selecionados 78 candidatos para a competição, que decorrerá de 28 de janeiro a 4 de fevereiro de 2018.

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Foto: página oficial do Prix de Lausanne

Todos os anos, há alunos da EDCN que concorrem ao Prix de Lausanne. Portugal concorria inicialmente com nove candidatos.

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Foto: Flickr

Do mundo lusófono, além do português Márcio Mota, foram selecionados quatro bailarinos de nacionalidade brasileira: Isabella Faegnolli, Carolyne Galvão, Giovanna Pessoa e Thiago Silva.

Num total de 380 candidatos (297 bailarinas e 83 bailarinos), de 38 países, foram apurados 69, juntando-se a estes nove pré-selecionados.

Os candidatos foram selecionados por um júri composto por nove membros, todos profissionais do mundo da dança: Kathryn Bradney, diretora da Igokat Dance Academy, Patrice Delay, codiretor da Geneva Dance School e do Geneva Junior Ballet, Clairemarie Osta, fundadora do L’Atelier d’Art Chorégraphique, Élisabeth Platel, diretora da Escola de Ópera e Ballet de Paris, Shelly Power, diretora artística do Prix de Lausanne, entre outros.

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