Ainda este mês, dia 18, Björk regressará com o novo single, The Gate. Este servirá como uma pequena espreitadela daquilo que se pode esperar do novo álbum que sucederá a Vulnicura.

Sobre The Gate, a artista islandesa considera-a “essencialmente uma canção de amor, mas ‘amor’ de forma mais transcendente”, um tema que corresponde ao que a cantora pretende exprimir neste novo disco.

Em relação a este novo álbum, a artista expõe-no como o seu “dating album”. Depois do divórcio com Matthew Barney, esta segue em frente, declarando até: “este álbum é como o meu Tinder”.

Vulnicura era sobre perda pessoal e penso que este novo álbum é sobre um amor ainda maior. É sobre redescobrir o amor, mas de forma espiritual, à falta de melhor termo”.

Este novo álbum também foi alvo de elogios do realizador Andrew Thomas Huang. Já tendo trabalhado com a islandesa, disse que o seu álbum seria “muito progressista, numa maneira esperançosa que penso ser preciso neste momento”.

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Fifty and still going

Com 51 anos de idade, Björk continua a impressionar o mundo da música. Os anos de experiência contribuíram para um vasto currículo.

Com nove álbuns de estúdio e duas bandas sonoras, a compositora não tem um estilo musical que a defina. Entre essas compilações todas, as suas melodias variam entre o jazz e o rock, música eletrónica e música clássica.

Tanta qualidade musical não passa impune. Na sua carreira, já ganhou cinco prémios BRIT Awards, quatro MTV Video Music Awards, entre muitos outros. Em particular, recebeu, em 2010, o Polar Music Prize, também apelidado de “prémio Nobel da música”.

Para além disso, foi também nomeada para 13 Grammy’s, um Oscar e dois Globos de Ouro. Ainda ganhou o prémio de melhor atriz no Festival de Cannes de 2000.

O novo álbum, ainda sem título oficial, será o décimo da cantora, a seguir a Vulnicura.