Novas revistas de banda desenhada da Disney chegam a Portugal

A Editora Goody começará a publicar três novos títulos do Tio Patinhas, Donald e Mickey, com a chegada das revistas às bancas prevista em semanas alternadas a partir desta terça-feira (22).

As três novas revistas de banda desenhada da Disney vêm preencher e alargar o espaço deixado pela revista Comix (cuja última edição chegou às bancas no dia 11 de agosto) “numa clara aposta em “standard characters”, em linha com a estratégia internacional da marca”, afirma a Goody em comunicado de imprensa.

“Esta reformulação vem contribuir para o refrescamento das Bandas Desenhadas Disney, conferindo uma nova vida a esta linha de publicações, o que permitirá não só reforçar a fidelização dos leitores herdados das Comix, mas também cativar novos públicos.”

Último número da revista Comix
O último número da revista Comix, editada pela Goody, com uma capa da autoria de Marco Rota.

Cada nova revista irá apresentar uma seleção de histórias dedicadas ao personagem que lhe dá o nome, mas contará também com algum espaço para histórias protagonizadas por outros personagens tão icónicos como Pateta, Margarida, Peninha, Vovó Donalda, Zé Carioca, Irmãos Metralha, Minnie, e muitos outros.

O primeiro número do Tio Patinhas é lançado hoje, estando previstos os lançamentos de Donald para dia 29 de agosto e o de Mickey para dia cinco de setembro. Cada revista sairá de três em três semanas, sempre à terça-feira, com um preço de 1,90 euros.

Espreite algumas do número um da revista Tio Patinhas:

  1. Para quem cresceu a ler as revistas Disney da editora Abril nos anos 80/90, estas novas histórias, e tiras, deixam mesmo muito a desejar.
    Os diálogos não têm um mínimo de imaginação, e a palete de cores é atroz, feitas, creio eu, de forma simplificada e sem gosto num qualquer programa de computador.

    É pena que, à semelhança da música, não haja um revivalismo das tiras antigas, que são incrivelmente mais cativantes, personalizadas, e humanas, estando estas remetidas ao esquecimento em páginas bolorentas, cheias de pó, e num estado de conservação muito pobre na maioria dos casos.
    Não tendo vontade alguma de comprar uma revista que um qualquer indivíduo andou a folhear no seu wc para passar o tempo,

    Existe a partilha digital, creio eu “ilegal”, mas cuja impressão e encadernação para uso pessoal tornaria um hábito demasiado caro para se tornar numa alternativa viável.
    Não percebo porque é que a Abril não decide ressuscitar esse espólito tão rico (seja da Disney, seja da Mónica etc), ao invés de tentarem reinventar a roda de forma tão pobre.

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