Coca-Cola

Coca-Cola Zero e Coca-Cola Light: Mas qual é a diferença?

Apesar de serem bastante parecidas, a Coca-Cola Zero e a Coca-Cola Light apresentam diferenças, quer a nível da lata, como do próprio conteúdo. A partir de agora tudo aquilo que achas que sabes vai ser posto à prova e ambas as bebidas estão prestes a ser desmistificadas.

Desde o início dos tempo que sentimos que as grandes empresas do setor alimentar não nos dizem toda a verdade acerca dos seus produtos. Porém, preferimos assobiar para o lado e viver como se de nada se tratasse.

O caso da Coca-Cola Light e da Coca-Cola Zero é um excelente exemplo. Ambas vendem com o característica rótulo “sem açúcar“, por isso seria de pensar que tudo o resto fosse igual, mas as mudanças são visíveis assim que colocamos as bebidas lado a lado.

Enquanto a da direita apresenta um design simples e mais passível de passar despercebido, a da esquerda é visualmente mais elegante e apelativa. Especialmente para o sexo feminino, pelo envolvimento prateado e pela palavra light. Estamos portanto perante uma técnica de posicionamento de um produto para um determinado mercado. Até aqui, nada de chocante ou suspeito.

O que provavelmente não sabias é que estas duas latas têm sabores algo distintos. Segundo a versão britânica do Jornal Metro, a diferença reside em dois dos ingredientes presentes nas diferentes bebidas e que fazem a diferença.

A Light contém ácido cítrico, também conhecido por sal de limão, que confere uma maior acidez à bebida, característica do limão. Por outro lado, a Zero tem citrato de sódio na sua constituição e pretende imitar o sabor da Coca-Cola normal, porém sem a adição de açúcar.

Considerados todos estes dados, concluímos que a Coca-Cola Light é mais refrescante e com alguma distância em relação àquele que é o aroma da bebida original. A Coca-Cola Zero, por outro lado, surge como uma imitação (quase) perfeita do refrigerante que todos conhecemos e (quase todos) adoramos. Mas sem açúcar.

E qual a mais saudável?

Na verdade ambas são bastante similares e uma alternativa mais saudável à Coca-Cola normal se quisermos cortar nos açúcares e na ingestão excessiva de calorias, refere a nutricionista Amanda Johnson ao site Healthy Food.

Ainda de acordo com a mesma especialista, por mais que estas duas Colas possam ser versões menos calóricas do refrigerante mais vendido do mundo, as bebidas gaseificadas devem mesmo ser evitadas. Assim como a ingestão excessiva de produtos com altos níveis de cafeína, tais como a Coca-Cola, alguns chás e o café.

O que nunca é demais é a água. Amanda aponta como objetivo o consumo de seis a oito copos de água por dia para cumprir as necessidades do corpo e promover o seu bom funcionamento.

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