Após quase três meses de pausa, o dia 1 de junho trouxe consigo o início da segunda metade da quinta temporada de Nashville – e claro que os fãs foram prendados com uma boa dose de drama, brigas mas, acima de tudo, boa música. O episódio Back in the Saddle Again estreou no canal CMT.

Com um salto temporal de dez semanas, assistimos ao lançamento do álbum gospel de Juliette (Hayden Panettiere), que acaba por ser completamente arrasada pelas críticas. Independentemente da receção, eu continuo ansioso por ouvir algumas dessas músicas gospel. Espero que estejam para breve.

Maddie (Lennon Stella) está em estúdio a trabalhar no seu primeiro single e continua com Juliette como sua manager. A protagonista acredita que a música ainda não está suficientemente boa e propõe uma nova versão a Maddie, que acaba por recusá-la… por enquanto.

A irmã mais nova, Daphne (Maisie Stella), ganha a luz da ribalta esta semana. Depois de começar a descer as suas notas na escola, decide escapar às aulas e acaba por conhecer uma comunidade sem-abrigo, incluindo uma jovem de nome Liv (Odessa Adlon). Se pensavam que os dramas de adolescência já tinham acabado na série, enganaram-se.

Scarlett (Clare Bowen) decide finalmente fazer um teste de paternidade, o qual revela que o bebé é, efetivamente, de Damien (Christian Coulson). Contudo, Gunnar (Sam Palladio) insiste que quer ficar com ela e começar uma família, tomando conta da criança.

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Esta foi a pior decisão que os criadores podiam ter tomado. Scarlett e Gunnar têm tido a relação mais instável da série durante cinco temporadas e o bebé seria a oportunidade perfeita para eles assentarem. Gunnar é demasiado bom para se considerar um “prémio de consolação”.

Deacon (Charles Esten) decide bater o pé e leva Daphne a um terapeuta, de modo a compreender melhor a mudança de atitude da filha (ou enteada, digamos). A terapeuta revela que Daphne mostra sinais de depressão, provenientes de ter perdido a mãe e viver com um pai que não é realmente o seu.

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No estúdio de gravação, Maddie revela que quer usar a versão de Juliette e acaba por gravar uma faixa fantástica. De volta a casa, ela e Deacon fazem questão de mostrar a Daphne que a apoiarão incondicionalmente e que ela nunca precisará de se sentir sozinha, visto que, apesar de tudo, eles são uma família.

Chamar a atenção para doenças mentais em jovens foi uma jogada interessante e parece até estar muito na moda hoje em dia. Para além disso, já estava na altura de Daphne ter uma história própria e não ficar simplesmente na sombra dos outros. Como se tal não bastasse, podemos finalmente respirar fundo com o fato de Maddie já não ser a adolescente detestável que tem sido nas últimas duas temporadas. Ámen.

NOTA: 8/10