A Parques de Sintra abre as portas do Palácio Nacional de Queluz para visita gratuita, em jeito de festejo no dia da Revolução dos Cravos, 25 de abril. Poderás visitar toda a área do palácio e jardins, sendo só necessário dirigires-te à bilheteira (até às 14h) para levantares o teu ingresso gratuitamente.

Conhecer o Palácio erguido por ordem de D. Pedro III

O palácio, como o próprio nome indica, situa-se em Queluz, no concelho de Sintra. Mandado construir em 1747 pelo futuro rei de Portugal D. Pedro III, foi concebido como residência de verão, tornando-se espaço de lazer para a família real.  Foi habitado em permanência de 1794 até 1807, ano de fuga da corte portuguesa para o Brasil, aquando das invasões francesas.

A arquitetura e o paisagismo portugueses são parte integrante do palácio, que reflete os gostos da corte nos séculos XVII e XIX. Nele podemos identificar algumas correntes artísticas, como o Barroco ou Neoclássico.

Os jardins do palácio, que ocupam 16 hectares, constituem outra atração. Neste momento, o Jardim de Malta está em processo de requalificação, mas isso não quer dizer que não o possas ver.

Podes conhecê-lo através de um conjunto do painéis gráficos, onde encontrarás várias janelas, das quais podes observar a evolução da obra.

O que podes visitar?

Apesar de “todo o palácio ser interessante”, de acordo com a organização, entre os principais pontos de interesse podem-se destacar:

  • Sala do Trono – é a principal sala de aparato, onde tiveram e têm lugar os eventos mais importantes. É também uma das salas onde decorrem alguns dos concertos do ciclo de música “Noites de Queluz”;
  • Corredor dos Azulejos – com azulejos que representam as quatro estações, os quatro continentes, cenas da mitologia clássica, singeries, chinoiseries e cenas de caça;
  • A Sala dos Embaixadores – onde decorriam os concertos promovidos por D. Pedro e D. Maria;
  • Quarto de D. Quixote – onde nasceu e morreu D. Pedro IV, Rei de Portugal e Imperador do Brasil.

Apelidado frequentemente de “Versalhes português”, tornou-se propriedade do Estado em 1908 e foi classificado como monumento nacional em 1910.