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Jameson celebra o St. Patrick’s Day no Museu da Carris

No passado dia 17 de Março, pelo segundo ano consecutivo, a marca Jameson Irish Whiskey aproveitou para celebrar aquele que é talvez o dia mais importante da cultura irlandesa: o St. Patrick’s Day. A festa, que teve lugar na carpintaria do Museu da Carris contou com nomes como PAUS, Legendary Tigerman ou D’Alva. E nós estivemos lá para dar conta do recado.

A este Jameson Arraial St. Patricks, que se celebrou pela segunda vez em Lisboa, juntou-se o lançamento da sexta edição limitada de uma garrafa que celebra o dia e os feitos dos irlandeses. A obra deste ano ficou a cargo do designer irlandês Steve McCarthy que não desiludiu e foi capaz de fazer jus à já famosa capacidade publicitária de storytelling da marca.

Jameson Irish Whiskey

O rótulo deste ano leva-nos de volta até à Irlanda do século XV, onde apareceu expressão “chance your arm“, que está representada e que hoje significa a coragem para enfrentar o desconhecido e a possibilidade de beber a glória que daí pode chegar. Porquê? A História explica-o: naquele tempo, durante um confronto entre “Black James” Butler e Gearóid Fitzgerald, líderes das duas mais importantes famílias irlandesas, um deles viu-se barricado com os seus homens dentro da catedral de St. Patrick’s, em Dublin. Quando tudo aquilo que se esperava era um fim sangrento para a disputa, Fitzgerald abre um buraco na porta e, em sinal de tréguas estende a mão, que em vez de cortada, foi apertada por Butler, pondo fim ao conflito.

As mãos que se apertam no rótulo representam, então, segundo a marca, a vitória do companheirismo sobre a disputa e nelas é possível ler “Sine Metu“, o lema da Jameson desde o seu início.

No evento, para lá das bandas convidadas, estiveram ainda alguns parceiros da marca como a Maldita – cerveja artesanal que recentemente se juntou à Jameson para o lançamento da cerveja O’phelia – e ainda a barbearia O Purista, que serviu de local de lançamento para a dita cerveja e que aproveitou esta ocasião para cortar o cabelo e fazer a barba a todos aqueles que, por algum motivo, não puderam fazê-lo antes de sair de casa.

 

Nem o barbeiro faltou à festa.

É também difícil fazer-se uma festa sem música – ou mesmo impossível –, porque a juntar ao copo é sempre bem-vinda uma performance musical que complete aquele momento de puro ócio. No Arraial da Jameson subiu primeiramente ao palco Paulo Furtado – ou The Legendary Tigerman, como é conhecido– que ofereceu a sua já habitual excentricidade e provou uma vez mais ser um one man show.

Seguiram-se Paus e a agressividade instrumental que já lhes é inerente. As baterias de Quim Albergaria e Hélio Morais não deixam que ninguém fique com os pés colados ao chão.

O fecho da noite esteve a cargo dos D’Alva que, livres, leves e soltos, levam ao palco sempre uma ideia de que o todo é maior que a soma das partes e nós estamos lá para comprovar. E dançar.

 

Fotografia: Cátia Serro

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