Online Dance Company

Online Dance Company: a companhia de dança online de Cifrão

Já ouviste falar da Online Dance Company? A iniciativa, recentemente inaugurada, dinamizada pelo Cifrão e pioneira a nível nacional, visa a criação de uma verdadeira companhia de dança online. Esta promete revolucionar a forma como todos vemos a dança e fazer com que esta arte chegue a um maior número de pessoas.

Constituída por vários bailarinos portugueses formados em diversos estilos de dança, desde o hip hop à dança contemporânea, a companhia lança todos os meses um vídeo de dança que nos mostra o que têm para oferecer os talentos nacionais.

Cada vídeo é realizado valorizando, além da atuação dos dançarinos, todo um processo de produção que tem em conta o enquadramento da filmagem, luzes, efeitos visuais, vestuário e cenários adequados a temáticas criativas e fora do vulgar. No seu conjunto, todos estes elementos resultam num produto final apelativo que já contou com a presença de figuras públicas tais como o ator Afonso Pimentel e até o próprio Cifrão.

A forte aposta nas redes sociais

Além da página oficial da Online Dance Company powered by Millennium bcp (o projeto tem no banco o seu mecenas exclusivo), os vídeos são partilhados nas redes sociais mais populares, tais como o Facebook e o Instagram, o que facilmente permitiu que chegassem a milhares de pessoas, dentro e fora do país. No que diz respeito à divulgação, estas redes sociais têm vindo a revelar-se um mecanismo mais que fundamental.

São plataformas online às quais acedemos regularmente, através das quais lemos notícias, comunicamos com amigos, vemos fotografias e vídeos e partilhamos os nossos interesses das mais variadas maneiras. Assim, partilhar a dança através delas é uma estratégia inteligente e uma indiscutível mais-valia. De facto, os vídeos têm conquistado críticas bastante positivas e incontáveis partilhas do público.

No projeto da Online Dance Company, as redes sociais concretizam, assim, o objetivo fundamental: levar a dança a todos. Porquê remetê-la somente para salas de espetáculos quando atualmente a internet nos permite fazer chegar ao mundo o que se faz da dança em Portugal?

E se deres uma olhadela em alguns dos vídeos, irás ver que o que se faz por cá é de grande valor:

Para sabermos em primeira mão o que acham as verdadeiras estrelas do projeto, os dançarinos, o Espalha-Factos esteve à conversa com os participantes mais novos da companhia de dança online de Cifrão: o Guilherme e a Matilde. Ambos têm 12 anos de idade e foram protagonistas do segundo vídeo realizado, um dos que conquistou maior número de partilhas.

 

Espalha-Factos: Utilizam redes sociais (como o Facebook, Instagram, etc.)?

Gui e Matilde: Sim.

Espalha-Factos: E usam-nas para partilharem, entre outros, o vídeo que fizeram para o projeto da Online Dance Company?

Gui e Matilde: Sim. Nós temos uma página no Facebook, Guilherme & Matilde, onde publicamos fotografias, vídeos de campeonatos nos quais participamos e, claro, o vídeo da ODC.

Espalha-Factos: E os vossos amigos utilizam redes sociais?

Gui e Matilde: Sim.

Espalha-Factos: E mostram-lhes esses vídeos?

Gui e Matilde: Sim, e eles gostam muito!

Espalha-Factos: O que têm feito depois de terem participado no projeto da Online Dance Company?

Gui e Matilde: Participámos em vários campeonatos da APPDSI (Associação Portuguesa de Professores de Dança de Salão Internacional), assim como no campeonato do mundo, realizado anualmente na Disney, e fomos recentemente convidados para atuar numa competição de hip hop realizada no Montijo.

Espalha-Factos: Têm noção de que o vosso vídeo tem sido exibido nos vários pontos do banco Millenium bcp, que tem vindo a ser divulgado em diversas páginas online e que tem conquistado muitas visualizações. O que acham disso?

Gui e Matilde: É muito bom, porque a dança não é muito divulgada em Portugal. As pessoas ligam muito mais ao futebol, focam-se só nesse desporto, por ser também um dos que tem mais visibilidade. Com os vídeos da ODC, damos mais visibilidade à dança, o que pode vir a chamar a atenção de mais pessoas.

Espalha-Factos: E falando da iniciativa em si: o que acham deste projeto do Cifrão?

Gui: Adorámos que ele se tivesse lembrado de nós para isto e gostámos de participar no vídeo.

Matilde: Achamos uma ideia muito fixe, acima de tudo porque cada vídeo é de um estilo de dança, e assim acabamos por conhecer melhor estilos além do nosso, as danças de salão.

Espalha-Factos: E como surgiu o convite do Cifrão para participarem?

Gui: A primeira vez que fomos à televisão foi no Dança com as Estrelas, onde ele era jurado. Até aí não conhecíamos o Cifrão, mas depois fomos aparecendo em vários programas nos quais ele também estava, passámos muito tempo com ele. E ele foi-nos conhecendo melhor e foi vendo a nossa dança de perto. Acho que, no fim de tudo, gostou e acabou por convidar-nos.

Matilde: E não nos podemos esquecer dos Pequenos Gigantes! Foi no Pequenos Gigantes que o conhecemos melhor, pois ele era o coreógrafo das várias danças. E ele também pôde conhecer melhor o nosso trabalho.

Espalha-Factos: E sobre a experiência no Pequenos Gigantes

Gui e Matilde: Gostámos muito e foi muito divertido. Os vários mentores – a Cláudia Semedo, a Sofia Ribeiro, o FF e, por fim, o melhor de todos, o nosso: Bruno Cabrerizo – eram muito simpáticos e brincalhões. E fizemos vários amigos.

Espalha-Factos: Então gostaram mesmo da experiência.

Gui: Sim, foi muito boa. Havia dançarinos da nossa idade mas de outros estilos de dança, o que foi bom para nós: acabámos por contactar com outros estilos e isso foi muito fixe.

Matilde: Nos desafios de grupo, tínhamos de experimentar outros estilos de dança e isso foi algo que nos ajudou bastante a crescer, até nas danças de salão.

Gui: Foi um bom desafio, mas acho que o conseguimos superar!

Se quiseres ver o vídeo do Guilherme e da Matilde, aqui fica:

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