Numa carta à National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), agência governamental americana responsável por reduzir o número de mortes e acidentes causados por veículos, Steve Kenner, diretor de integridade dos produtos Apple, afirmou que a empresa tem um grande interesse no potencial de sistemas autónomos e machine learning, inclusive na área dos transportes.

A gigante de tecnologia investiu uma quantia substancial no projeto Titan, que está alegadamente ligado aos veículos autónomos, mas pelo que consta a empresa já não se encontra interessada em produzir os ditos veículos, mas sim em desenhar a tecnologia do “cérebro” que os controla.

Executados de forma correta, sobre a orientação da NHTSA, os veículos autónomos têm o potencial de melhorar significativamente a experiência humana. Podem prevenir milhões de acidentes rodoviários e centenas de fatalidades a cada ano, e possibilitar mobilidade aqueles que não a têm“, escreveu Kenner na carta.

Futuro dos transportes

Outras empresas, como a Google, também estão a explorar a área dos veículos autónomos, sendo que já estão em fase de testes há alguns anos.

A Tesla Motors, empresa que desenvolve, produz e vende automóveis elétricos, já se viu envolvida em situações indesejáveis. Em maio 2016, ocorreu o primeiro acidente fatal com um veículo autónomo: Joshua Brown conduzia um dos modelos de self-driving car da Tesla, o Tesla Model S, quando este não reconheceu um camião no seu caminho e com ele colidiu.