Após largas semanas de intervalo, Scream Queens está finalmente de volta e esta semana, no meio de várias notícias trágicas, tivemos direito a uma mão cheia de novas Chanels. O novo episódio desta segunda temporada, intitulado Chanel Pour Homme-icide, estreou no canal FOX no dia 15 de novembro.

O episódio começa com uma notícia boa e uma má. A boa? Chanel #5 (Abigail Breslin) sobreviveu ao ataque do último episódio mas está severamente aleijada. A má? Denise (Niecy Nash) parece efetivamente estar morta e o grupo decide colocá-la numa câmara de gelo, de modo a não atrair atenções ao hospital.

Já disse e repito: eliminar Denise foi um autêntico tiro no pé para a série. Scream Queens não poderá viver para sempre da estupidez e riqueza que alimenta a comédia por parte das Chanels. A detetive era um elemento chave que proporcionava aos fãs a maioria dos risos e eu, pessoalmente, perdi grande parte do interesse na série ao saber o seu desfecho.mv5bzjrlyti1ytctztgyoc00yjgwlwfmntqtngu0nwfmoteyyjkzxkeyxkfqcgdeqxvymjywnda2mde-_v1_

Enquanto isso, todos os convidados da festa de Halloween aparecem também mortos e o hospital fica um autêntico caos. Por alguma razão, as notícias atraem atenção ao hospital de uma forma positiva e o estabelecimento fica subitamente repleto de novos pacientes e novos enfermeiros. O assassino da temporada anterior parecia apenas apontar para os membros da KKT mas este novo serial killer parece estar disposto a matar toda e qualquer pessoa que ponha pé no hospital.

Enquanto isso, Zayday (Keke Palmer) continua na sua missão de descobrir o novo homicida e decide contactar a mulher que deu à luz na famosa festa de 1985. A mulher não tem quaisquer novidades acerca do seu marido morto ou do filho desaparecido, mas visto que ela é branca e o homem era negro, o suspeito pode ser de qualquer raça. Isto não nos ajuda em grande coisa mas é bom ver que Zayday não baixa os braços facilmente.sq-s2_ep205-sca27-pm_0192_f_hires1

Enquanto isso, Chanel (Emma Roberts) fica farta do seu trabalho enquanto enfermeira, nomeadamente de limpar pias sujas e receber ordens de terceiros. Como tal, faz sua missão recrutar alguns pacientes do hospital e tratá-los como se fossem caloiros da sua irmandade: uma nova dose de Chanels que a sigam como cachorrinhos.

Como tal, somos apresentados às Chanels #7, #8, #9, #10 e #11, entre elas duas raparigas com deficiências, um jovem homossexual, uma rapariga gótica e uma jovem com seis dedos numa mão. Este grupo não chega sequer aos calcanhares das caloiras que conhecemos na primeira temporada mas, por enquanto, teremos de nos contentar.

Entretanto, a diretora Munsch (Jamie Lee Curtis) decide despedir a enfermeira Hoffel (Kristie Alley), já que esta aparentemente é viciada em comprimidos. Contudo, Hoffel não se deixa intimidar e ameaça revelar a doença fatal de Munsch aos meios de comunicação social, mostrando que ela não está capaz de gerir um hospital. Uns minutos de rivalidade e Hoffel está novamente re-contratada.mv5bodzlmzgwnjktyzi4os00yzcxlthmzdutyjbimdhkztu3ytjjxkeyxkfqcgdeqxvymjywnda2mde-_v1_

Chanel dá de caras com Hester (Lea Michele) – que, por alguma razão, continua fora da sua prisão – e esta aconselha-a a usar a nova fornada de Chanels de modo a atrair o Green Devil e tentar desmascará-lo. Eu não sei porque é que alguém ainda dá ouvidos a Hester e tal rapidamente se transforma numa péssima ideia, já que o jovem homossexual e a rapariga dos onze dedos acabam por ser mortos.

No final, somos levados novamente para junto da tal mulher grávida de 1985 e Cassidy (Taylor Lautner) entra em sua casa, tratando-a por “mãe”. A mulher insinua que ele não é o seu único filho e coloca-se agora a questão: será Cassidy um dos envolvidos nos homicídios? Será ele o verdadeiro serial killer?

Ainda é muito cedo para revelações tão bombásticas e eu nem sequer tenho qualquer interesse por Cassidy para ficar incomodado com o fato de ele andar a matar pessoas. Enquanto as opções para quem poderá ser o assassino parecem ser extremamente reduzidas, eu apenas continuo a rezar para que a série arranje algum milagre de modo a trazer Denise de volta.

NOTA: 6/10