LELO, líder no mercado de objetos de intimidade hi-tech, quis dar a conhecer ao Espalha-Factos (e aos seus leitores) as HULA Beads, as primeiras esferas de prazer do mundo com controle remoto. Esperamos que estejam preparados para uma crónica despudorada, com sentido de humor e classe, porque nós aceitámos o desafio e deixámos os tabus para outra altura.

HULA Beads: Um objeto de desejo hi-tech

Sim, vamos falar de como a tecnologia afeta o sexo ou, se preferirem, de vibradores. Aproveito para deixar claro que não sou sexóloga e nem sequer percebo muito deste tipo de tecnologia em particular.

Ok, talvez não perceba mesmo nada. Para todos os efeitos, o que é que isso interessa? A verdade é que me calhou a mim a árdua tarefa de desmistificar a indústria e a marca que nasceu da vontade de transformar produtos íntimos em objetos tão bonitos como aqueles que exibimos com tanto orgulho. Em breve, talvez os nossos leitores possam ter a oportunidade de ganhar um presente natalício capaz de aliar a tecnologia à sensação humana. Eu já ouvi dizer que o Espalha-Factos gosta de espalhar felicidade.

Entretanto, o que é isso, HULA quê? HULA Beads. Diz-se que é perfeito para casais aventureiros em busca de distintas formas de prazer. Se o objetivo é diversificar a dois, não parece mal, pois não? Por outro lado, há quem goste de controlar o comando e, neste caso, será mais fácil perceber porquê. É que o controle não tem fios e possui tecnologia exclusiva SenseMotion da LELO.

Comecemos pelo princípio e, no princípio, estava a embalagem, destacando-se a caixa preta, elegante e discreta, apenas com o nome da marca gravado no tampo. No interior, um vibrador turquesa, de silicone seguro para o corpo (aprovado pela FDA/ABS), cujas duas esferas rodam e giram ao mesmo tempo. O manual de instruções diz que, se inserido por completo, o Ponto G será estimulado com precisão absoluta.

https://www.instagram.com/p/BGt1sktjtQW/?tagged=hulabeads

Será? Estou desconfiada. Experimento fazer cócegas na palma da mão e descobrir como é que se altera a velocidade e, consequente intensidade das vibrações. Faz mesmo cócegas. Tem uma certa piada, confesso.

Pronto, têm razão, somos todos adultos, já não devíamos corar nem rir como os adolescentes fazem nas aulas de Educação Sexual. Esperem, somos todos adultos, não somos? Se há alguém a ler com menos de 18 anos, não me responsabilizo. Mas, por via das dúvidas, vamos falar de tecnologia.

A tecnologia aliada ao prazer

Ali está, mesmo ao lado, o controle sem fios. É redondo, discreto, parece um espelho daqueles de bolso e, claro, cabe mesmo no bolso. Há ainda um carregador, como outro qualquer, que demora apenas 2h a restituir a energia ao HULA, e uma bolsa de cetim preto, que guarda a chave para o controle, assim como duas pilhas AAA.

Para ligar o vibrador, basta carregar no botão e esperar que a luz de alerta comece a piscar. As esferas devem ser inseridas tal e qual como se faria com um tampão. A LELO recomenda a utilização de um lubrificante à base de água.

Para utilizar o controle, basta carregar no botão + para ativar a função wireless. Existem três modos. No modo um, a intensidade é de apenas 10% com o controle na horizontal e de 100% na vertical. No modo dois, é preciso agitar o controle para ajustar a intensidade, por isso movimentos mais rápidos significam maior intensidade. O modo três é, na verdade, o primeiro de seis modos de vibração pré-programados, que podem ser selecionados com o botão – ou + do controle.

Tanto o manual de instruções como a informação disponibilizada pela LELO no seu site oficial prometem fazer-nos dançar a noite toda. Aliás, faz-se a sugestão de utilização em qualquer lugar, como num restaurante ou numa discoteca. No ginásio é capaz de até ser mais apropriado. Afinal de contas é uma atividade física importante e já dizia o Woody Allen que o sexo só é sujo se estiver a ser feito da maneira correta.

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The new #lelo #hulabeads:) Nice to meet you! #awesome

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Estão a pensar na chave do jackpot, não estão? Não querem saber como funciona, só se funciona, não é? Ok, é legítimo. O problema é que, quando decido ficar com aquele último bombom sem ninguém ver, bem, vocês percebem, o objetivo é querer guardar o prazer só para nós. No minímo, partilhá-lho ainda mais discretamente com o parceiro do lado.

E, vá lá, eu sei que não estamos a falar de bombons, mas se querem realmente saber qual é a sensação aproveitem o facto de não terem de lutar apenas por um pedacinho: a LELO tem doces para todos os gostos. E nem sequer é preciso chamar o Ambrósio.