As redes sociais foram o meio escolhido para divulgar as primeiras imagens. Trata-se da campanha de mais uma colaboração entre uma marca de designer e a H&M e as peças não deixam dúvidas de que é a Kenzo que está por detrás da coleção.

Foi no Snapchat e de forma intervalada que as primeiras peças foram reveladas. Mais tarde, no Instagram da H&M e da Kenzo saíam as algumas fotografias oficiais da campanha.

Em apenas três imagens, podemos antever uma coleção irreverente e bastante arrojada. Mas é o padrão tigresse que chama a nossa atenção. Ele está em botas, chinelos e em acessórios mas, também, em leggings e camisolas. As peças destacam-se também por serem de tal forma justas que parecem funcionar como uma segunda pele.

De facto, a pele é, também, incorporada em várias peças, nomeadamente, casacos. As cores variam entre os azuis, verdes rosas e vermelhos. As peças não podiam representar melhor a Kenzo.

A irreverência arrastou-se até às escolha dos modelos. Na verdade, os protagonistas são tudo menos profissionais do mundo da moda. Tratam-se de jovens ícones das áreas que representam. Temos uma ativista e fundadora de uma revista científica,  Amy Sall. Um músico Oko Ebombo. Uma artista, poeta e DJ, Juliana Huxtable. E, por fim, Isamaya Ffrench, maquilhadora.

Com estas imagens, já podemos começar a elaborar a nossa lista de compras. Resta, agora, esperar por dia 3 de novembro, data em que a coleção chega às lojas físicas e online.